A Dança dos Sete Véus
Quarenta e Nove.
- Boa viagem filho, sei que fará tudo certo, eu confio em você! (Jorge exclamou abraçando-o de uma maneira sincera, fazendo com que o filho sentisse uma grande vontade de chorar)
- Pode deixar! (Lucas afirmou se despedindo)
Quando ia saindo do escritório…
- Lucas? (Jorge)
- Oi. (Lucas falou virando e mirando-o)
- Eu te amo filho! (Jorge exclamou algo que há tempos não dizia ao filho)
- Eu também pai! (Lucas)
“Saí a passos largos de lá, mais uma vez minha mãe caiu no choro e eu a consolei! Combinei tudo com a Helen e voltei pra casa… Já passava das oito da noite e já joguei todas as minhas malas na sala, liguei pra uma empresa de táxi pra me pegar as onze da noite. Agora estava chegando à hora, não sei dizer o por que, mas sinto um frio em minha barriga, não é uma sensação tão ruim, é algo diferente! Acho que a comida da Silvana me fez mal…”
- Oi amor! (Bruna sussurrou apalpando o peito de Lucas, ela usava um delicioso perfume)
- Oi! (Lucas falou virando pra trás e a vendo apenas de calcinha e sutiã)
- Quero uma despedida decente do meu marido, afinal um mês e meio é muito. (Bruna sussurrou beijando o pescoço de Lucas)
- Eu vou me atrasar Bruna! (Lucas exclamou se esquivando e tentando manter o controle)
- Não se atrasará, serei breve. (Bruna afirmou sensualmente)
“Sabe qual foi a minha sorte? Ela passou mal e correu pro banheiro, graças a Deus só foi um desconforto. Mas o clima se quebrou e mais uma vez me deparei com minha fraqueza, eu estava a um ponto de ir pra cama com ela e iria, foi esse mal-estar que evitou, não uma atitude minha. Atitude que nunca tomei na vida!”...
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