A Dança dos Sete Véus
Oitenta.
O carro parou, havia chego o destino de Yasmin.
- Shokran. (Yasmin)
- Sho… o que? (Lucas perguntou não entendendo nada)
- Quis dizer, obrigada em árabe. (Yasmin)
- Ah sim, mas nem precisa agradecer, é obrigação do hotel fazer isso. (Lucas)
- Mesmo assim, shokran! (Yasmin afirmou sorrindo e saindo do carro)
Lucas abriu a porta do carro e pegou as bolsas da mão dela, foi inevitável um toque e mais uma vez a troca de olhares.
- Se não se sentir bem amanhã, pode ficar em casa. (Lucas)
- Não se preocupe, já estou melhor. (Yasmin)
- Dançar dói então? (Lucas)
- Bastante, mas faz parte. (Yasmin)
- Boa noite. (Lucas)
- Tosbeheena h’abibe! (Yasmin)
Lucas a observou entrar naquele condomínio. Não era de luxo, mas parecia ser extremamente confortável e mesmo do lado de fora e estando ali pela primeira vez, ele sentia-se bem. Mirou no céu, a bela Lua que se fazia presente. Lua Crescente. Aos poucos nascendo e com o tempo, concretizada!
“A conheço a menos de uma hora e já a sinto tão perto… Como se eu a conhecesse há muito tempo, de outras vidas talvez!"
“O destino, o que está escrito… Maktub! Ala nos designa aos maiores testes, provas. Demonstrações… As reencarnações que parecem sobrevoar sobre nossas mentes, o passado e o presente, unidos!"
Yasmin antes de subir, percebeu o intenso brilho da Lua Crescente. A noite presente.
“Nada é por acaso, tudo está escrito…"
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