A Dança dos Sete Véus
Cento e Dez.
- Luquinhaaaaaaas... (Helen choramingou)
- Que foi Helenzinha? (Lucas)
- Deixa-me dormir com você, to com vontade de chorar! (Helen)
- Ta vendo, isso que dá encher a cara! (Lucas afirmou rindo e abrindo a porta pra prima)
- Não é c-culpa da bebida, é c-culpa daquele imbecil… (Helen sussurrou)
- Que imbecil? (Lucas perguntou fechando a porta)
- O que v-você chama de amigo! (Helen)
- Viu como está bêbada, desde quando chora por algum homem? (Lucas)
- E-eu quero ficar com ele, mas e-ele não se toca… L-lucas arranja um esquema. (Helen sussurrou chorando tamanha sua embriaguez)
- Não vou arranjar nada, você que fale pra ele o que quer. Agora não quero mais que beba, odeio te ver bebendo e sabe o quanto é feio, mulher caindo para os lados por causa de bebida. (Lucas)
- N-não me dá sermão… (Helen resmungou tirando o sapato e deitando na cama do primo)
- Dou sim. (Lucas falou deitando-se ao lado dela)
- Te amo p-primo… (Helen sussurrou deitando a cabeça no ombro dele)
- Eu também. (Lucas afirmou beijando a cabeça dela)
- Não f-fala isso, senão e-eu choro… (Helen)
- Só você pra me fazer rir uma hora dessas. (Lucas afirmou sorrindo e fechando os olhos)
“Minha pequena irmãzinha, sei que posso contar com ela pra tudo, minha grande companheira desde que me conheço por gente… Ela eu posso dizer que é a mulher da minha vida junto com a dona Fátima. Minha grande amiga…”
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