sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Dança dos Sete Véus
Cento e Dezesete.

   - Luuuuuuuuuuuu, acorda agora. Você prometeu que ia me levar para ver as pirâmides, droga… (Helen resmungava enquanto puxava a coberta dele)
   - Ok, vou aonde você quiser, mas para de encher o saco. (Lucas resmungou sentando na cama com cara de sono)
   - Até que enfim a Bela Adormecida acordou. (Helen)
   - Primeiro, não se acorda ninguém nem puxando a coberta, muito menos tagarelando. Segundo, não deboche. Terceiro, some daqui! (Lucas)
   - Quarto, vai tomar no… (Helen)
   - Olha a boca, sua depravada. (Lucas sussurrou ficando de pé)
   - Não vou te responder, apenas vou te esperar lá embaixo… Tchau! (Helen exclamou saindo do quarto do primo)
   - Mulher quando pega pra ser chata, sai de baixo. Só sabe ficar, “vai logo”, “corre seu lerdo”, “ta demorando”… Aff, elas que enrolam e ainda se acham no direito de nos apressarem. (Lucas resmungou indo na direção do banheiro)

    “Minha meta é a seguinte: Viver o romance das mil e uma noites, arranjar um marido sheik que de preferência seja dono de milhares de terrenos que contenham petróleo e ainda tenha uma pequena ilha localizada em Dubai, quero aquela que vai dar pra ver por satélite. Sim, sou humilde e isso já é um fato. Tenho que sonhar alto, porque ficar aqui na Terra só está me proporcionando pessoas que só pensam em satisfazer seus prazeres e não pensam em colocar uma aliança dourada na mão esquerda. Droga, odeio caras moles…”

   - Quero o bolo mais gostoso e cheio de "gordisses" que você tiver, e também um copo gigante de milk shake de chocolate. (Helen pediu sorrindo no restaurante do hotel)

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