A Dança dos Sete Véus
Cento e Vinte e Nove.
“Às vezes sentimos quando algo está para acontecer, uma sensação estranha que te deixa com a pulga atrás da orelha. Algo que não lhe deixa pensar em outra coisa. Mas você nunca sabe dizer o que é, o que está sentindo e o porque… Estou assim nesse exato momento, e sei que algo está por vir, não sei dizer o que, mas é algo ruim. Espero seja algo da minha cabeça, de verdade espero isso…”
- O que acha de irmos a um restaurante mexicano? Estou morrendo de vontade de comer taco. (Anaíra)
- Pode ser! (Yasmin respondeu dando de ombros e arrumando algumas coisas dentro da barraca que elas iam dormir)
- Que foi? Ficou quieta de repente. (Anaíra)
- Não sei, do nada me deu uma sensação estranha. (Yasmin)
- Será que foi por causa do mergulho? Está passando mal? (Anaíra)
- Não estou passando mal, mas estou com uma sensação de que alguma coisa vai acontecer. (Yasmin)
- Para com isso, você sempre me assusta com essas coisas. Olha, chego a ficar arrepiada. (Anaíra afirmou mostrando os pêlos arrepiados de seu braço)
- Também me assusto com essas coisas, mas você não deveria já que adora bancar a bruxa ao ler a sorte na borra de café. (Yasmin)
- É diferente, falando nisso não sabe o que estou aprendendo. (Anaíra)
- O que? (Yasmin)
- Jogar tarô egípcio, coisa mais linda do mundo. (Anaíra afirmou sorrindo)
- Lá vem você com essas coisas! (Yasmin exclamou rindo)
- Isso é mágico, e você será a minha primeira cliente. Até trouxe pra jogar pra você. (Anaíra)
- Só no seu pensamento. (Yasmin)
- Nem venha muçulmana moderna, a noite você vai saber tudo sobre o seu futuro, acredite. (Anaíra afirmou piscando pra amiga)
- Vamos procurar o tal restaurante mexicano que é bem mais útil. (Yasmin)
Nenhum comentário:
Postar um comentário