A Dança dos Sete Véus
Cento e Doze.
- Também acho. (Anaíra)
Yasmin sem delongas desceu do ônibus, ao chegar no chão, fechou os olhos e respirou fundo. Era ótimo sentir o cheiro de mar por perto, uma energia renovadora. Até podia se recordar das vezes que tinha ido à Copacabana e Ipanema na época que ainda morava no Brasil. De certa maneira, Alexandria lembrava suas raízes.
- Ainda bem que trouxe minha câmera, não posso deixar de registrar nada. (Anaíra)
- Eu esqueci a minha. (Yasmin lamentou)
- Sem problemas, a minha já é suficiente. (Anaíra)
- Nana, precisamos encontrar algum camping e ir direto pra praia, não vejo a hora de me jogar dentro desse mar. (Yasmin)
- Vamos sim, também estou doida pra pegar um bronzeado logo, olha que Sol maravilhoso. (Anaíra afirmou olhando o belo dia que acabara de nascer)
- Eu quero fazer aquele mergulho, podíamos ver isso hoje também, o que acha? (Yasmin)
- Acho ótimo, mas antes vamos pegar nossas malas e nos jogar por essa cidade. (Anaíra)
- Sim! (Yasmin exclamou feliz)
“Viajar é bom de vez em quando, renova nossas energias e nos proporciona belezas incomparáveis que às vezes nem temos a noção de que existem. Adoro estar em contato com a natureza, com todo o tesouro que Ala nos deu de presente, com o cheiro de oceano que entra por nossas narinas e entra em nossa corrente sangüínea como partículas de felicidade. Amo o mar e mais do que isso, amo viver o bem mais belo que Ala me deu, a vida…”
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