A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Um.
Alguns minutos depois…
- O QUEEE? (Helen gritou pasma)
- To bege! (Letícia)
- Pois é, como o celular dele caía direto na caixa postal e ele ficou o dia inteiro fora, a Helen também esqueceu o celular, aí o tio Jorge me ligou contando isso. (Taylor)
- Essa vadia da Bruna não tem vergonha na cara mesmo, fora que o Lucas vai surtar quando ficar sabendo disso. (Helen)
- Essa é bem descarada! (Letícia)
- O Lucas não vai surtar quando ficar sabendo, vai surtar quando vê-la, porque pelo o que o tio Jorge me disse, ela saiu do Brasil há um dia, ou seja, daqui a pouco ela pisará no Cairo. (Taylor)
- Minha Nossa Senhora de Aparecida! Ele vai enfartar! (Helen exclamou se jogando pra trás na cama)
- Que vadia! (Letícia)
- O QUEEE? (Helen gritou pasma)
- To bege! (Letícia)
- Pois é, como o celular dele caía direto na caixa postal e ele ficou o dia inteiro fora, a Helen também esqueceu o celular, aí o tio Jorge me ligou contando isso. (Taylor)
- Essa vadia da Bruna não tem vergonha na cara mesmo, fora que o Lucas vai surtar quando ficar sabendo disso. (Helen)
- Essa é bem descarada! (Letícia)
- O Lucas não vai surtar quando ficar sabendo, vai surtar quando vê-la, porque pelo o que o tio Jorge me disse, ela saiu do Brasil há um dia, ou seja, daqui a pouco ela pisará no Cairo. (Taylor)
- Minha Nossa Senhora de Aparecida! Ele vai enfartar! (Helen exclamou se jogando pra trás na cama)
- Que vadia! (Letícia)
Yasmin esfregou os olhos e arrumou a mochila ao entrar no hotel. Além de cansada, estava com receio de dar de cara com Lucas, mas antes de disparar pelo hall, sentiu mãos pegando-a pelos braços. Virou-se assustada.
- Perdão, fala minha língua?
Yasmin deparou-se com uma loira, olhos claros, com um corpo malhado e o rosto bonito. Olhando para baixo, viu que a loira estava com diversas bagagens e sua vestimenta era bem elegante, com certeza, tinha certo poder aquisitivo.
- Oi, falo sim! (Yasmin respondeu simpática)
- Graças a Deus alguém que fala a mesma língua que eu nesse lugar, bem sou Bruna e gostaria de saber onde posso encontrar meu marido. (Bruna)
- Quem é o seu marido? (Yasmin)
- Lucas Rodrigues Moura da Silva, filho do dono. (Bruna respondeu sorridente)
Yasmin arregalou os olhos e seu rosto na hora empalideceu.
- Hei, está passando mal? (Bruna)
- A-acho que é a minha pre-pressão… (Yasmin gaguejou pasma)
- Perdão, fala minha língua?
Yasmin deparou-se com uma loira, olhos claros, com um corpo malhado e o rosto bonito. Olhando para baixo, viu que a loira estava com diversas bagagens e sua vestimenta era bem elegante, com certeza, tinha certo poder aquisitivo.
- Oi, falo sim! (Yasmin respondeu simpática)
- Graças a Deus alguém que fala a mesma língua que eu nesse lugar, bem sou Bruna e gostaria de saber onde posso encontrar meu marido. (Bruna)
- Quem é o seu marido? (Yasmin)
- Lucas Rodrigues Moura da Silva, filho do dono. (Bruna respondeu sorridente)
Yasmin arregalou os olhos e seu rosto na hora empalideceu.
- Hei, está passando mal? (Bruna)
- A-acho que é a minha pre-pressão… (Yasmin gaguejou pasma)
- Pressão é uma coisa muito ruim, estou sofrendo diariamente com isso por causa da gravidez. (Bruna)
- S-sério? (Yasmin)
- Sim… Se quiser tenho sal dentro da minha bolsa. (Bruna)
- Não se p-preocupe, já vai passar. V-vou falar com o pessoal da recepção pra alguém te acompanhar até o q-quarto dele. (Yasmin)
- Ah que bom, não vejo a hora de vê-lo. Sabe quando a gente casa, no início quer ficar juntinho sempre, estou morrendo de saudades e tenho certeza que ele também. (Bruna)
- E-eu imagino… (Yasmin sussurrou sorrindo sem graça)
Falou em árabe com um recepcionista que com gentileza encaminhou-se ao lado de Bruna.
- Obrigada. (Bruna agradeceu)
- Sem problemas! (Yasmin sussurrou sem graça)
Bruna sorridente foi sendo acompanhada pelo recepcionista do hotel. As malas foram com outro funcionário do hotel. Yasmin permaneceu olhando até que o elevador subisse. Suspirou sentindo-se uma otária.
- Casamento em crise? Essa é boa! (Yasmin sussurrou para si mesma, enquanto sua expressão ficava séria)
Foi andando até o camarim calada. Mal cumprimentava os outros, como sempre costumava fazer. Bateu a porta com força do camarim, estava com raiva e não queria que fosse pelo motivo que ela tinha certeza que era. Sentou no sofá e esfregou o rosto com as mãos. Bateu três vezes na própria testa.
- Parabéns Yasmin, você é uma otária. (Yasmin)
- S-sério? (Yasmin)
- Sim… Se quiser tenho sal dentro da minha bolsa. (Bruna)
- Não se p-preocupe, já vai passar. V-vou falar com o pessoal da recepção pra alguém te acompanhar até o q-quarto dele. (Yasmin)
- Ah que bom, não vejo a hora de vê-lo. Sabe quando a gente casa, no início quer ficar juntinho sempre, estou morrendo de saudades e tenho certeza que ele também. (Bruna)
- E-eu imagino… (Yasmin sussurrou sorrindo sem graça)
Falou em árabe com um recepcionista que com gentileza encaminhou-se ao lado de Bruna.
- Obrigada. (Bruna agradeceu)
- Sem problemas! (Yasmin sussurrou sem graça)
Bruna sorridente foi sendo acompanhada pelo recepcionista do hotel. As malas foram com outro funcionário do hotel. Yasmin permaneceu olhando até que o elevador subisse. Suspirou sentindo-se uma otária.
- Casamento em crise? Essa é boa! (Yasmin sussurrou para si mesma, enquanto sua expressão ficava séria)
Foi andando até o camarim calada. Mal cumprimentava os outros, como sempre costumava fazer. Bateu a porta com força do camarim, estava com raiva e não queria que fosse pelo motivo que ela tinha certeza que era. Sentou no sofá e esfregou o rosto com as mãos. Bateu três vezes na própria testa.
- Parabéns Yasmin, você é uma otária. (Yasmin)
Bruna entrou calmamente no quarto de Lucas. O recepcionista havia passado o cartão e ajudado-a a colocar as malas lá dentro. Lucas ainda dormia, estava todo descoberto e seu peito nu soou tremendamente sexy aos olhos de Bruna.
- Bem, vai dar pro gasto um pouquinho. (Bruna)
Tirou os sapatos e subiu na cama engatinhando até ele. Sentou sobre a barriga dele e começou a distribuir beijos molhados em seu pescoço. Lucas resmungou tentando se virar, despertando aos poucos.
- Oi bebê! (Bruna)
Lucas sorriu achando que ainda sonhava, tateou o rosto de Bruna e caindo em si, abriu os olhos assustado. Era uma miragem? Esfregou-os e viu que não era uma miragem.
- AAAAAAHHH! (Lucas gritou soltando-se de Bruna e pulando da cama)
- Bem, vai dar pro gasto um pouquinho. (Bruna)
Tirou os sapatos e subiu na cama engatinhando até ele. Sentou sobre a barriga dele e começou a distribuir beijos molhados em seu pescoço. Lucas resmungou tentando se virar, despertando aos poucos.
- Oi bebê! (Bruna)
Lucas sorriu achando que ainda sonhava, tateou o rosto de Bruna e caindo em si, abriu os olhos assustado. Era uma miragem? Esfregou-os e viu que não era uma miragem.
- AAAAAAHHH! (Lucas gritou soltando-se de Bruna e pulando da cama)
“Não bebi e acordei bêbado?”
- Isso tudo é felicidade por me ver? (Bruna perguntou sorridente)
- M-meu Deus! (Lucas sussurrou esfregando os olhos, queria ter certeza que aquilo era fruto da sua imaginação)
- Meu Deus? Sua mulher que faz tempo que não vê chega e você fala "Meu Deus"? (Bruna)
- O q-que… (Lucas)
Respirou fundo e fechou os olhos. Aquilo era uma piada, definitivamente.
- O que está f-fazendo aqui? (Lucas perguntou incrédulo)
- Estávamos com saudade! (Bruna afirmou passando a mão no ventre)
Não podia ser. Não podia ser. Aquilo seria um grande teste?
- F-ficou MALUCA? (Lucas)
- Por quê? (Bruna)
- Como por que? Não faz nem dois dias q-que você quase abortou, SABIA QUE NÃO PODIA VIAJAR, MAS SÓ VEIO PRA ME INFERNIZAR MESMO! (Lucas explodiu)
- Aff, você é um insensível mesmo, faço uma surpresa e age dessa maneira, vou te contar. (Bruna falou levantando-se da cama e indo até ao banheiro)
- Isso tudo é felicidade por me ver? (Bruna perguntou sorridente)
- M-meu Deus! (Lucas sussurrou esfregando os olhos, queria ter certeza que aquilo era fruto da sua imaginação)
- Meu Deus? Sua mulher que faz tempo que não vê chega e você fala "Meu Deus"? (Bruna)
- O q-que… (Lucas)
Respirou fundo e fechou os olhos. Aquilo era uma piada, definitivamente.
- O que está f-fazendo aqui? (Lucas perguntou incrédulo)
- Estávamos com saudade! (Bruna afirmou passando a mão no ventre)
Não podia ser. Não podia ser. Aquilo seria um grande teste?
- F-ficou MALUCA? (Lucas)
- Por quê? (Bruna)
- Como por que? Não faz nem dois dias q-que você quase abortou, SABIA QUE NÃO PODIA VIAJAR, MAS SÓ VEIO PRA ME INFERNIZAR MESMO! (Lucas explodiu)
- Aff, você é um insensível mesmo, faço uma surpresa e age dessa maneira, vou te contar. (Bruna falou levantando-se da cama e indo até ao banheiro)
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