A Dança dos Sete Véus
Cento e Setenta e Três.
- Não é verdade o que eu digo? (Lucas)
- Pode ser, mas isso não muda em nada o fato de que não dá pra acontecer nada… É, entre… Bem! Fora que você é meu patrão… (Yasmin afirmou encabulada)
- Para de argumentar coisas idiotas, Yasmin. Pra mim não importa nada do que você tenha dito pra tentar me afastar, pela primeira vez estou tentando fazer algo que eu queira, por que está cortando? (Lucas)
- Para de me colocar na parede… Acho melhor você ir embora. (Yasmin)
- Ok, eu vou tentar chegar ao hotel. Mas te falo uma coisa, quando eu quero algo, vou até o inferno e consigo. Você me tira do sério e pra eu confessar isso, é porque está me deixando maluco… (Lucas confessou)
Yasmin ruborizou. Ele falava coisas que a pegavam totalmente desprevenida. Ele tinha o dom de deixá-la encabulada…
- Lucas, por favor… (Yasmin)
- Ok, vou te deixar em paz Odalisca, mas só por enquanto… (Lucas afirmou sorrindo e roubando um selinho dela, ela fechou a cara na hora, ele saiu rindo)
- Abusado! (Yasmin resmungou assim que ele saiu de seu apartamento)
“Espero que não volte com mais esse pretexto de que não sabe o endereço, ah que abusado… E lindo, cheiroso. Droga, mil vezes droga… Para de pensar nele, para de pensar nele, para de pensar nele. Espero que ele volte logo pro Brasil, antes que eu cometa alguma besteira com esse… Abusado… Lindo!”
- Pode ser, mas isso não muda em nada o fato de que não dá pra acontecer nada… É, entre… Bem! Fora que você é meu patrão… (Yasmin afirmou encabulada)
- Para de argumentar coisas idiotas, Yasmin. Pra mim não importa nada do que você tenha dito pra tentar me afastar, pela primeira vez estou tentando fazer algo que eu queira, por que está cortando? (Lucas)
- Para de me colocar na parede… Acho melhor você ir embora. (Yasmin)
- Ok, eu vou tentar chegar ao hotel. Mas te falo uma coisa, quando eu quero algo, vou até o inferno e consigo. Você me tira do sério e pra eu confessar isso, é porque está me deixando maluco… (Lucas confessou)
Yasmin ruborizou. Ele falava coisas que a pegavam totalmente desprevenida. Ele tinha o dom de deixá-la encabulada…
- Lucas, por favor… (Yasmin)
- Ok, vou te deixar em paz Odalisca, mas só por enquanto… (Lucas afirmou sorrindo e roubando um selinho dela, ela fechou a cara na hora, ele saiu rindo)
- Abusado! (Yasmin resmungou assim que ele saiu de seu apartamento)
“Espero que não volte com mais esse pretexto de que não sabe o endereço, ah que abusado… E lindo, cheiroso. Droga, mil vezes droga… Para de pensar nele, para de pensar nele, para de pensar nele. Espero que ele volte logo pro Brasil, antes que eu cometa alguma besteira com esse… Abusado… Lindo!”
“Se eu me precipitei? Não sei. Talvez sim, mas fiz o que estava com vontade de fazer… Depois do meu belo casamento, botei uma coisa em minha cabeça, daqui pra frente, só faço o que me der na telha, sem pensar em conseqüência ou qualquer outra coisa. Quero ser feliz, quero poder desfrutar e gozar de todas as vontades que surgirão em minha vida. E essa Odalisca mexe com todos os meus hormônios, desgraçada, ela me tira do sério, me deixa maluco…”
Depois da explicação de Yasmin, quer dizer, a tentativa dela, Lucas mesmo demorando um pouco mais que o normal, conseguiu chegar a salvo no hotel. Passou feito um furacão pela recepção, nem dando oportunidade para as meninas lhe avisarem sobre a chegada de Letícia. Entrou em seu quarto e já foi abrindo os botões de sua camisa. Jogou-se na cama, apoiando as mãos atrás da cabeça. E em sua mente, apenas aquela bela e enigmática Odalisca! Yasmin virava de um lado pro outro na cama. Não conseguia relaxar ao ponto de entregar-se ao sono. Lucas martelava em sua mente.
“Não gosto de ficar com uma pessoa na mente, eu não posso… Não quero e não devo. Alá me castigue e não permita com que eu entregue de mão beijada o que guardo a sete chaves, meu coração… Não me deixe apaixonar-se…”
Depois da explicação de Yasmin, quer dizer, a tentativa dela, Lucas mesmo demorando um pouco mais que o normal, conseguiu chegar a salvo no hotel. Passou feito um furacão pela recepção, nem dando oportunidade para as meninas lhe avisarem sobre a chegada de Letícia. Entrou em seu quarto e já foi abrindo os botões de sua camisa. Jogou-se na cama, apoiando as mãos atrás da cabeça. E em sua mente, apenas aquela bela e enigmática Odalisca! Yasmin virava de um lado pro outro na cama. Não conseguia relaxar ao ponto de entregar-se ao sono. Lucas martelava em sua mente.
“Não gosto de ficar com uma pessoa na mente, eu não posso… Não quero e não devo. Alá me castigue e não permita com que eu entregue de mão beijada o que guardo a sete chaves, meu coração… Não me deixe apaixonar-se…”
No dia seguinte, Lucas despertou logo cedo. Havia dormido poucas horas, porém parecia estar bastante descansado. Estava bem disposto e isso se via por não estar mal humorado, coisa que acontecia todas as vezes que ele acordava. Tomou um refrescante banho e vestiu-se com uma calça jeans escura e uma camisa cinza chumbo. Perfumou-se e desceu minutos depois. Olhou atento à recepção. Sabia que naquele dia Yasmin não iria trabalhar como Odalisca e sim, para ajudar as meninas da recepção e do bar… Ela sempre fazia isso. Foi até o restaurante para tomar seu café da manhã. Taylor já estava lá esfregando os olhos de sono.
- Bom dia! (Lucas exclamou sorridente e sentando-se ao lado dele)
- Bom dia. (Taylor murmurou)
- Mal humorado? (Lucas)
- Cara, a Helen resmungou a noite toda, teve pesadelos, sonhos eróticos, falou dormindo, teve crise de sonambulismo, caramba… Ela infernizou. (Taylor resmungou)
- Bem feito, ninguém mandou se meter na cama dela… (Lucas afirmou enciumado)
- Bom dia! (Lucas exclamou sorridente e sentando-se ao lado dele)
- Bom dia. (Taylor murmurou)
- Mal humorado? (Lucas)
- Cara, a Helen resmungou a noite toda, teve pesadelos, sonhos eróticos, falou dormindo, teve crise de sonambulismo, caramba… Ela infernizou. (Taylor resmungou)
- Bem feito, ninguém mandou se meter na cama dela… (Lucas afirmou enciumado)
- Aff, lá vem você com ciúmes. (Taylor)
- Ok, não irei discutir isso, pois estou bem humorado e quero continuar assim. (Lucas)
- Você só fica bem humorado quando pega mulher, não creio… Já foi traindo a Bruna? (Taylor perguntou rindo)
- Nem vou te responder. (Lucas)
- Acabou de se entregar! Conta-me, loira, morena, ruiva, negra ou asiática? (Taylor)
- Para de ser imbecil… (Lucas)
- Responde Moura! (Taylor)
- Fazia tempo que não me chamavam assim. (Lucas)
- Não tente disfarçar, fale agora. (Taylor)
- Não peguei ninguém caramba, que saco… (Lucas)
- Aham, finjo que acredito. Fora que ontem você saiu à noite e nem sei que horário voltou. Ta virando putão de novo… (Taylor afirmou rindo)
- Cale a boca! (Lucas bufou)
Ambos serviram-se do requintado e apetitoso café da manhã.
- Cara, esqueci de te dizer uma coisa. (Taylor)
- O que? (Lucas)
- Ontem quando você estava na farra, veio uma loira te procurar, sua amiga Let. (Taylor)
- Não estava na farra, palhaço. Mas sério que a Let veio? Cara que alívio. (Lucas)
- Eu nem lembrei direito dela, mas ela veio sim. Aliás, ela veio junto com umas trinta malas. (Taylor afirmou rindo)
- Sempre exagerada, mas sabe se ela está hospedada aqui? (Lucas)
- Está sim… (Taylor)
- Cara, preciso falar urgente com ela. Será que está acordada? (Lucas)
- Ok, não irei discutir isso, pois estou bem humorado e quero continuar assim. (Lucas)
- Você só fica bem humorado quando pega mulher, não creio… Já foi traindo a Bruna? (Taylor perguntou rindo)
- Nem vou te responder. (Lucas)
- Acabou de se entregar! Conta-me, loira, morena, ruiva, negra ou asiática? (Taylor)
- Para de ser imbecil… (Lucas)
- Responde Moura! (Taylor)
- Fazia tempo que não me chamavam assim. (Lucas)
- Não tente disfarçar, fale agora. (Taylor)
- Não peguei ninguém caramba, que saco… (Lucas)
- Aham, finjo que acredito. Fora que ontem você saiu à noite e nem sei que horário voltou. Ta virando putão de novo… (Taylor afirmou rindo)
- Cale a boca! (Lucas bufou)
Ambos serviram-se do requintado e apetitoso café da manhã.
- Cara, esqueci de te dizer uma coisa. (Taylor)
- O que? (Lucas)
- Ontem quando você estava na farra, veio uma loira te procurar, sua amiga Let. (Taylor)
- Não estava na farra, palhaço. Mas sério que a Let veio? Cara que alívio. (Lucas)
- Eu nem lembrei direito dela, mas ela veio sim. Aliás, ela veio junto com umas trinta malas. (Taylor afirmou rindo)
- Sempre exagerada, mas sabe se ela está hospedada aqui? (Lucas)
- Está sim… (Taylor)
- Cara, preciso falar urgente com ela. Será que está acordada? (Lucas)
- Sei lá, mas vem cá, não vai me dizer que ela já virou sua amante também? (Taylor perguntou arregalando os olhos)
- Cale a boca, ela é minha amiga, apenas isso… (Lucas)
- A Heçen sempre foi a minha melhor amiga, já aviso. (Taylor)
- Mas você é um cachorro, eu não sou assim… (Lucas)
- HA HA, só rindo. (Taylor)
- Enfim, saberá o que a Let veio fazer aqui em breve. (Lucas)
- Cheio dos mistérios. (Taylor)
Yasmin entrou no restaurante com a cabeça baixa. Pela manhã ela ficava um pouco aérea. Vestia uma calça social justa preta, uma regata nadador branca e nos cabelos, uma fivela de rosa preta, que a deixavam extremamente charmosa. Calçava uma sapatilha preta e no pescoço, uma correntinha com uma grande cruz de strass. Taylor a avistou de longe.
- Cara, fala sério, a Yasmin capota qualquer um… (Taylor afirmou olhando-a)
- Cadê ela? (Lucas perguntou virando o pescoço tentando localizá-la)
- Cuidado pra não ter torcicolo. (Taylor afirmou rindo)
- Você do nada ficou todo engraçadinho, antes estava todo mal humorado. (Lucas resmungou)
- Sou bipolar. (Taylor brincou)
Yasmin sentou-se em uma das mesas, quando ia pro hotel sem ser pra dançar, ela tomava café por lá mesmo, pois ia bem mais cedo que o de costume. Marcelo a observou de longe e foi se aproximando. Lucas apesar de abobado ao mirá-la, conseguiu rapidamente perceber a aproximação dele.
- Vou lá, esse cara vai infernizá-la. (Lucas afirmou levantando-se da cadeira)
- Cale a boca, ela é minha amiga, apenas isso… (Lucas)
- A Heçen sempre foi a minha melhor amiga, já aviso. (Taylor)
- Mas você é um cachorro, eu não sou assim… (Lucas)
- HA HA, só rindo. (Taylor)
- Enfim, saberá o que a Let veio fazer aqui em breve. (Lucas)
- Cheio dos mistérios. (Taylor)
Yasmin entrou no restaurante com a cabeça baixa. Pela manhã ela ficava um pouco aérea. Vestia uma calça social justa preta, uma regata nadador branca e nos cabelos, uma fivela de rosa preta, que a deixavam extremamente charmosa. Calçava uma sapatilha preta e no pescoço, uma correntinha com uma grande cruz de strass. Taylor a avistou de longe.
- Cara, fala sério, a Yasmin capota qualquer um… (Taylor afirmou olhando-a)
- Cadê ela? (Lucas perguntou virando o pescoço tentando localizá-la)
- Cuidado pra não ter torcicolo. (Taylor afirmou rindo)
- Você do nada ficou todo engraçadinho, antes estava todo mal humorado. (Lucas resmungou)
- Sou bipolar. (Taylor brincou)
Yasmin sentou-se em uma das mesas, quando ia pro hotel sem ser pra dançar, ela tomava café por lá mesmo, pois ia bem mais cedo que o de costume. Marcelo a observou de longe e foi se aproximando. Lucas apesar de abobado ao mirá-la, conseguiu rapidamente perceber a aproximação dele.
- Vou lá, esse cara vai infernizá-la. (Lucas afirmou levantando-se da cadeira)
- Bom dia Yasmin! (Marcelo exclamou sorridente)
- Bom dia… (Yasmin sussurrou desviando a mirada)
- O que está fazendo? (Marcelo perguntou sentando-se na mesa e deixando-a incomodada)
- Nada demais. (Yasmin respondeu arrumando-se na cadeira e passando as mãos levemente pelas madeixas).
- Bom dia… (Yasmin sussurrou desviando a mirada)
- O que está fazendo? (Marcelo perguntou sentando-se na mesa e deixando-a incomodada)
- Nada demais. (Yasmin respondeu arrumando-se na cadeira e passando as mãos levemente pelas madeixas).
Marcelo lançou-lhe um olhar intenso. Yasmin sentiu-se ainda mais incomodada. Aquele olhar era semelhante ao de seu tio. Era sombrio, lhe dava medo! Lucas observava enquanto caminhava. De longe ele via um interesse diferente em Marcelo com relação à Yasmin. Ele era uma ameaça pra Yasmin, não pelo fato dele demonstrar um ódio que talvez fosse um amor reprimido, mas por ter aparência de psicopata mesmo. Aproximou-se e já foi sendo direto de cara.
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