A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Três.
- Por quê? Eu ficando quieta te excita? (Bruna debochou)
- Do jeito que as coisas estão indo, nem se você fizer sexo oral em mim, eu vou me excitar com você. (Lucas esbravejou)
- Do jeito que as coisas estão indo, nem se você fizer sexo oral em mim, eu vou me excitar com você. (Lucas esbravejou)
- Se você quiser, podemos fazer uma tentativa agora. (Bruna exclamou piscando e aproximando-se, ao ponto de tocar no cós da calça do pijama dele)
- Você me dá nojo! (Lucas afirmou afastando-se)
- Devia procurar um médico, é muito cedo pra ter problemas de impotência. (Bruna provocou)
- Não tenho problemas de impotência com mulheres, apenas com prostitutas. (Lucas)
Bruna cerrou os dentes de raiva, ao ponto de sua veia na testa saltar. Sem pensar, levantou a mão a fim de dar um tapa no rosto de Lucas, mas ele pelo reflexo, conseguiu segurá-la.
- Não se atreva a fazer isso Bruna, não me faça perder o pingo de respeito que ainda tenho por você. (Lucas)
- Vai me bater seu covarde? Tem coragem de bater em uma mulher grávida? Ah não desculpe, não sou mulher, sou prostituta. (Bruna falou irritada)
- Vai embora pro Brasil, é saudável pra nós dois você fazer isso. (Lucas falou soltando-a)
- Não vou. Agora faço questão de ficar, só pra te deixar com raiva. (Bruna)
Isso não faz bem pra você, entenda criatura. (Lucas)
- Não faz bem? É o que você pensa! (Bruna)
- Faça o que quiser, mas não dirija a palavra pra mim, é melhor. (Lucas)
Lucas foi andando até ao banheiro, antes pegou uma de suas malas. Mas antes de entrar no banheiro, ficou curioso com algo.
- Quem te trouxe pro meu quarto? Você não sabe falar nenhuma outra língua. (Lucas)
- Quando entrei aqui, encontrei uma moça muito gentil que me ajudou, pois falava a mesma língua que eu. Uma menina com o cabelo escuro, com as pontas claras … (Bruna)
Lucas arregalou os olhos. Pelo que lhe constava, a única "morena/loira" daquele hotel era Yasmin. E bem, que falava a mesma língua que eles. Fato, era ela!
- C-como você se a-apresentou? (Lucas)
- Ora como, sua esposa. (Bruna)
- Você me dá nojo! (Lucas afirmou afastando-se)
- Devia procurar um médico, é muito cedo pra ter problemas de impotência. (Bruna provocou)
- Não tenho problemas de impotência com mulheres, apenas com prostitutas. (Lucas)
Bruna cerrou os dentes de raiva, ao ponto de sua veia na testa saltar. Sem pensar, levantou a mão a fim de dar um tapa no rosto de Lucas, mas ele pelo reflexo, conseguiu segurá-la.
- Não se atreva a fazer isso Bruna, não me faça perder o pingo de respeito que ainda tenho por você. (Lucas)
- Vai me bater seu covarde? Tem coragem de bater em uma mulher grávida? Ah não desculpe, não sou mulher, sou prostituta. (Bruna falou irritada)
- Vai embora pro Brasil, é saudável pra nós dois você fazer isso. (Lucas falou soltando-a)
- Não vou. Agora faço questão de ficar, só pra te deixar com raiva. (Bruna)
Isso não faz bem pra você, entenda criatura. (Lucas)
- Não faz bem? É o que você pensa! (Bruna)
- Faça o que quiser, mas não dirija a palavra pra mim, é melhor. (Lucas)
Lucas foi andando até ao banheiro, antes pegou uma de suas malas. Mas antes de entrar no banheiro, ficou curioso com algo.
- Quem te trouxe pro meu quarto? Você não sabe falar nenhuma outra língua. (Lucas)
- Quando entrei aqui, encontrei uma moça muito gentil que me ajudou, pois falava a mesma língua que eu. Uma menina com o cabelo escuro, com as pontas claras … (Bruna)
Lucas arregalou os olhos. Pelo que lhe constava, a única "morena/loira" daquele hotel era Yasmin. E bem, que falava a mesma língua que eles. Fato, era ela!
- C-como você se a-apresentou? (Lucas)
- Ora como, sua esposa. (Bruna)
Lucas gelou. Parecia que um filme passava por sua mente.
- Sempre quis ser jogador de futebol, mas deixei mais uma vez a vontade de meu pai prevalecer. Cada dia mais eu tenho vontade de matar a minha esposa, só ao falar com ela pelo telefone, eu já me irrito. Eu sinto repugnância por ela, raiva…
- Sempre quis ser jogador de futebol, mas deixei mais uma vez a vontade de meu pai prevalecer. Cada dia mais eu tenho vontade de matar a minha esposa, só ao falar com ela pelo telefone, eu já me irrito. Eu sinto repugnância por ela, raiva…
Arregalou os olhos sentindo ainda mais ódio de Bruna. Estaria passando por mentiroso, óbvio… Se sente repugnância pela esposa, como a deixaria vir pro Egito? Maldição…
- Bruna, por favor, vai embora. (Lucas)
- Aff Lucas, troca o disco. (Bruna)
Com raiva, ele entrou no banheiro e bateu com força a porta fechando-a. Encostou a cabeça na porta e respirou fundo.
- Meu Deus do céu, o que foi que eu fiz de tão errado? (Lucas)
Nenhum comentário:
Postar um comentário