A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Dezesete.
- Let, pare com isso. Por favor… (Taylor)
- Eu quero. (Letícia)
- Mas eu não, por Deus, amo a Helen. Ela é sua amiga. (Taylor)
- Eu sei disso, me sinto super mal, mas é inevitável. (Letícia)
- Eu não quero nada com você, a Helen pode me rejeitar, mas é ela que eu quero. (Taylor)
- E se eu fizer isso? (Letícia)
Sem demorar, a loira aproximou-se e tirou o fôlego do belo moreno com um roçar de lábios que arrepiava qualquer corrente sangüínea. Por mais que Taylor relutasse para separá-la de si, continuavam ali entregues ao beijo. Helen fechou os olhos e respirou fundo. Sua melhor amiga e seu quase namorado aos beijos. Saiu da sala sem que os dois a notassem, engoliu o choro e acionou o botão do elevador. Iria voltar pro Brasil de qualquer maneira em dois dias, isso a partir de agora era concreto, já que há cinco minutos atrás, estava descartado.
- Eu quero. (Letícia)
- Mas eu não, por Deus, amo a Helen. Ela é sua amiga. (Taylor)
- Eu sei disso, me sinto super mal, mas é inevitável. (Letícia)
- Eu não quero nada com você, a Helen pode me rejeitar, mas é ela que eu quero. (Taylor)
- E se eu fizer isso? (Letícia)
Sem demorar, a loira aproximou-se e tirou o fôlego do belo moreno com um roçar de lábios que arrepiava qualquer corrente sangüínea. Por mais que Taylor relutasse para separá-la de si, continuavam ali entregues ao beijo. Helen fechou os olhos e respirou fundo. Sua melhor amiga e seu quase namorado aos beijos. Saiu da sala sem que os dois a notassem, engoliu o choro e acionou o botão do elevador. Iria voltar pro Brasil de qualquer maneira em dois dias, isso a partir de agora era concreto, já que há cinco minutos atrás, estava descartado.
Yasmin respirou fundo ao subir no palco. Por mais experiente que fosse, ainda sentia um frio na barriga com aquela sensação. Os toques já haviam começado, quando ela começou a bailar. Seus olhos pareciam de cobras rainhas que jogavam seu veneno deixando qualquer homem morto no chão. Morto de desejo, já que a bela e enigmática odalisca era besuntada de sedução. Quando os toques finais já soavam, aquele rosto, o jeito e aquela barba a fizeram sair do transe da dança. Sentiu o coração gelar e a boca ficar seca. Os flashes aterrorizavam em sua mente e mais uma vez, o pânico.
- Agora não tem mais o seu ab aqui. O que vai fazer hein? (ele falava rindo enquanto dedilhava a coxa esquerda da sobrinha)
- M-me solta. DESGRAÇADO. (Yasmin gritava entre prantos)
- Não sua vagabundinha, agora vai sentir toda a minha fúria. Mas como você não passa de uma vadia, aposto que vai adorar e ainda vai ficar gemendo pra eu fazer mais vezes. (ele falava enquanto beijava-a no pescoço)
Yasmin se debatia, aquilo era um pesadelo!
- Agora não tem mais o seu ab aqui. O que vai fazer hein? (ele falava rindo enquanto dedilhava a coxa esquerda da sobrinha)
- M-me solta. DESGRAÇADO. (Yasmin gritava entre prantos)
- Não sua vagabundinha, agora vai sentir toda a minha fúria. Mas como você não passa de uma vadia, aposto que vai adorar e ainda vai ficar gemendo pra eu fazer mais vezes. (ele falava enquanto beijava-a no pescoço)
Yasmin se debatia, aquilo era um pesadelo!
Tudo voltava a sua mente, todas as palavras, todos os toques nojentos. Tudo que ele tentou, mas por sorte não conseguiu. Ela tinha certeza, ele estava perto do bar, mas não a olhava. Seus olhos automaticamente encheram-se de lágrimas. Ela queria gritar socorro. Queria vomitar de nojo! Olhou pra Lucas, que estava parado atrás do palco a olhando. Ela sem conseguir falar, queria pedir proteção a ele. As pessoas levantaram de sua cadeira e a aplaudiram. Yasmin sem pensar, saiu em disparada do palco, tinha que fugir! Fugir daquele desgraçado que mais uma vez estava ali. O que arruinou sua vida, que a transformou em um inferno. Trombou com tudo em Lucas, mas conseguiu sair dos braços dele e correr para o camarim enquanto as lágrimas embaçavam sua visão e escorriam junto com o cajar que contornava seus olhos. Lucas sem pensar duas vezes e não entendendo nada, foi atrás dela
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