A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Nove.
Depois de mais uma bela apresentação, Yasmin chegou em casa e jogou-se na cama após arrancar sua roupa pelo corredor. Por mais que estivesse com uma confusão de sentimentos em seu coração, e achasse ridículo aquele sofrimento precoce, tampou o rosto com o edredom e caiu num choro silencioso. Magoada! De uma maneira ou outra, sentia-se magoada. Mesmo que ela soubesse que não tinha o direito de sentir-se assim, já que não era tão vítima na história. Bem, isso ela julgava-se ser, mas não sabia que ela era uma das maiores vítimas. A vítima de um amor proibido, que mesmo que esteja no seu desabrochar, já tem uma grande intensidade! Depois de todo esse desabafo reflexivo, Yasmin acabou adormecendo.
A jovem acariciava com carinho seu ventre redondo. Exibia uma linda barriga de oito meses de gestação. Estava irradiante, feliz. Um brilho nos olhos que reluzia a quilômetros. Um instinto maternal já presente.
- Bebê, daqui a pouco seu papai chega. (Yasmin sussurrava ao passar com carinho a mão em seu ventre)
Mas a cena de ternura, parecia transformar-se em um cenário de guerra. De conflito!
- Pra mim, você não passa de uma vagabunda! (Lucas gritava com raiva)
Yasmin soluçava aos prantos. Ela não acreditava no que estava acontecendo. Logo Lucas falando aquilo dela? Foi quando uma grande mancha de sangue escorreu pelas pernas de Yasmin e, quando deu por si, estava jogada ao chão tendo que se virar com o nascimento de seu filho. Lucas batia a porta deixando-a só!
- Bebê, daqui a pouco seu papai chega. (Yasmin sussurrava ao passar com carinho a mão em seu ventre)
Mas a cena de ternura, parecia transformar-se em um cenário de guerra. De conflito!
- Pra mim, você não passa de uma vagabunda! (Lucas gritava com raiva)
Yasmin soluçava aos prantos. Ela não acreditava no que estava acontecendo. Logo Lucas falando aquilo dela? Foi quando uma grande mancha de sangue escorreu pelas pernas de Yasmin e, quando deu por si, estava jogada ao chão tendo que se virar com o nascimento de seu filho. Lucas batia a porta deixando-a só!
Mas as nuvens pareciam mais uma vez transformar aquele cenário. Yasmin estava ajoelhada frente a uma lápide. Suas lágrimas impediam que ela visse o nome. Uma dor forte instalava-se em seu interior. A dor da perda.
- Você foi a única que eu me entreguei de corpo e alma, eu te amo. Faz o seu caminho, você merece a luz! (Lucas afirmava tocando no ombro dela)
Yasmin olhou-o e em seguida voltou a observar a lápide. Em letras árabes foi possível identificar...
Yasmin Rosa.
Yasmin pulou da cama! Pesadelo! Terrível pesadelo… Suspirou e esfregou a testa suada. Tensão. Sem saber, que aquele pesadelo era uma espécie de compartilhamento com um anterior de Lucas. Seria o destino querendo mostrar algo a eles?
- Você foi a única que eu me entreguei de corpo e alma, eu te amo. Faz o seu caminho, você merece a luz! (Lucas afirmava tocando no ombro dela)
Yasmin olhou-o e em seguida voltou a observar a lápide. Em letras árabes foi possível identificar...
Yasmin Rosa.
Yasmin pulou da cama! Pesadelo! Terrível pesadelo… Suspirou e esfregou a testa suada. Tensão. Sem saber, que aquele pesadelo era uma espécie de compartilhamento com um anterior de Lucas. Seria o destino querendo mostrar algo a eles?
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