A Dança dos Sete Véus
Cento e Sessenta e Quatro.
Yasmin usaria naquela noite, uma roupa bem ao estilo Odalisca. Uma calça larga feita com véus, todos nos tons de azul claro. No quadril, o lenço com pedrarias douradas que se encaixavam perfeitamente com os tons azulados. O sutiã era azul claro e com as mesmas pedras douradas do lenço. Jogou um pouco de purpurina dourada na barriga e no colo. Maquiou-se como sempre, delineando os grandes olhos, as bochechas com o blush terra-cota e os lábios levemente preenchidos com o gloss cor de boca. Puxou a franja para trás, prendendo com um grampo de strass e fazendo um pequeno topete. Pegou seu perfume e borrifou no pescoço e nos braços. A essência de cereja espalhou-se pelo lugar. Virou para o espelho e sorriu satisfeita. Estava belíssima.
- Salam! (Anaíra exclamou colocando a cabeça pra dentro do camarim)
- Nana… (Yasmin)
- Nossa hein, ta querendo conquistar o Ali Babá ou o Aladim? (Anaíra perguntou divertida e beijando a bochecha da amiga)
- Boba! (Yasmin)
- Que bom que veio, tem que fazer isso mesmo. Ele já te encheu? (Anaíra)
- Nem o vi, graças a Ala. (Yasmin respondeu suspirando)
- Ainda bem. (Sam)
- Nem quero vê-lo, o que ele fez foi muita cachorrada. (Yasmin)
- Sem dúvida, fora que é uma verdadeira piada. Como você vai ser prostituta se nem provou do prazer intenso a dois. (Anaíra afirmou rindo)
- Fica quieta. (Yasmin)
- É verdade, você morreria de fome. Com toda certeza do mundo! (Anaíra)
- Vai trabalhar, loira aguada. (Yasmin)
- Estou indo embora querida, meu expediente acabou agora. (Anaíra)
- Sorte sua. (Yasmin)
- Mais sorte é que a chuva parou, porque ninguém merece ir embora caindo o mundo lá fora. (Anaíra)
- Eu cheguei embaixo de chuva, estava toda molhada. (Yasmin)
- Cuidado pra não ficar gripada. (Anaíra mal terminou de falar e Yasmin começou a espirrar) Está vendo!
- Fazer o que. (Yasmin murmurou inspirando)
- Salam! (Anaíra exclamou colocando a cabeça pra dentro do camarim)
- Nana… (Yasmin)
- Nossa hein, ta querendo conquistar o Ali Babá ou o Aladim? (Anaíra perguntou divertida e beijando a bochecha da amiga)
- Boba! (Yasmin)
- Que bom que veio, tem que fazer isso mesmo. Ele já te encheu? (Anaíra)
- Nem o vi, graças a Ala. (Yasmin respondeu suspirando)
- Ainda bem. (Sam)
- Nem quero vê-lo, o que ele fez foi muita cachorrada. (Yasmin)
- Sem dúvida, fora que é uma verdadeira piada. Como você vai ser prostituta se nem provou do prazer intenso a dois. (Anaíra afirmou rindo)
- Fica quieta. (Yasmin)
- É verdade, você morreria de fome. Com toda certeza do mundo! (Anaíra)
- Vai trabalhar, loira aguada. (Yasmin)
- Estou indo embora querida, meu expediente acabou agora. (Anaíra)
- Sorte sua. (Yasmin)
- Mais sorte é que a chuva parou, porque ninguém merece ir embora caindo o mundo lá fora. (Anaíra)
- Eu cheguei embaixo de chuva, estava toda molhada. (Yasmin)
- Cuidado pra não ficar gripada. (Anaíra mal terminou de falar e Yasmin começou a espirrar) Está vendo!
- Fazer o que. (Yasmin murmurou inspirando)
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