A Dança dos Sete Véus
Cento e Cinquenta e Nove.
Yasmin no Egito, havia tomado um refrescante banho. Vestia uma camisola curta branca e meias coloridas, apesar do forte calor, Yasmin não conseguia dormir com os pés gelados. Sentou-se em sua cama para ligar a TV, quando um forte vento fez a cortina clara esvoaçar, e ao mesmo tempo, os pêlos de Yasmin arrepiaram-se.
A ambulância chegou rapidamente na residência dos pais de Lucas. Fátima foi junto com a nora, estava nervosa demais e talvez os para-médicos conseguissem acalmá-la.
- Ela perdeu o b-bebê? (Fátima perguntou sussurrando)
- Ainda não sabemos dizer, no hospital farão todos os exames. Senhora acalme-se, vai dar tudo certo. (o para-médico)
- Ai m-minha Nossa Sra., protege esse bebezinho, protege… (Fátima sussurrou tremendo de nervoso)
Mirava profundamente as gotas de sangue que estavam escorrendo pela ambulância. Bruna parecia estar tendo uma hemorragia. Fátima, por mais que condenasse seus pensamentos, não estava nem aí com o estado de saúde da nora, só pensava no neto. Conseqüentemente, no filho. Mas por enquanto o neto dependia de Bruna e o que devia fazer, é rezar pra Deus pra que aquela hemorragia, não fosse o fruto de um aborto… Espontâneo? Ela pensou.
“Senti um vento passar por meu pescoço, não gosto quando isso acontece. É um aviso, alguém quer me dizer alguma coisa, alguém quer me mostrar alguma coisa… Meu Deus me ilumine!”
- Ela perdeu o b-bebê? (Fátima perguntou sussurrando)
- Ainda não sabemos dizer, no hospital farão todos os exames. Senhora acalme-se, vai dar tudo certo. (o para-médico)
- Ai m-minha Nossa Sra., protege esse bebezinho, protege… (Fátima sussurrou tremendo de nervoso)
Mirava profundamente as gotas de sangue que estavam escorrendo pela ambulância. Bruna parecia estar tendo uma hemorragia. Fátima, por mais que condenasse seus pensamentos, não estava nem aí com o estado de saúde da nora, só pensava no neto. Conseqüentemente, no filho. Mas por enquanto o neto dependia de Bruna e o que devia fazer, é rezar pra Deus pra que aquela hemorragia, não fosse o fruto de um aborto… Espontâneo? Ela pensou.
“Senti um vento passar por meu pescoço, não gosto quando isso acontece. É um aviso, alguém quer me dizer alguma coisa, alguém quer me mostrar alguma coisa… Meu Deus me ilumine!”
“Não sinto nada do meu corpo, eu pareço flutuar, minha barriga dói e eu sinto que um líquido está saindo de mim. O que foi que eu fiz? O que está acontecendo comigo? Eu sinto um vazio tão grande, uma dor intensa que percorre a minha espinha e se aloja em meu ventre. Eu quero me mover, mas não consigo. Estou sufocando…”
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