A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Cinquenta e Sete.
Havia passado uma semana. Helen andava em círculos pelo seu quarto. O nervosismo estava estampado em sua cara. Na noite anterior havia conversado com Letícia pela internet. Haviam brigado, xingaram-se, gritaram, choraram… Tudo pela web cam. Mas no final de toda confusão, as duas conseguiram de uma maneira civilizada voltar a se falar. Isso era o que aliviava Helen. Apesar das mancadas de Letícia, ela não conseguia viver sem sua melhor amiga. Apesar de tudo, a amava demais. E isso também era o sentimento de Letícia.
Isso não era o que estava tirando Helen do sério, pelo contrário.
- Cheguei. O que houve? (Lucas)
Helen virou a cabeça e viu o primo entrando por seu quarto. Respirou fundo sentando-se na cama. Seus olhos automaticamente encheram-se de lágrimas. Estava à beira do desespero.
- Que foi? (Lucas perguntou se aproximando)
- U-uma catástrofe! (Helen sussurrou começando a chorar)
- O que foi Helenzinha? (Lucas)
- L-lu… (Helen)
- O que houve? (Lucas perguntou limpando as lágrimas dela)
- O-olha… (Helen)
A morena apontou para algo que estava em cima de seu criado-mudo. Lucas levantou-se e olhou a caixa retangular. Olhou pra ela novamente não entendendo.
- O que é aquilo? (Lucas)
Helen respirou fundo e o que conseguiu foi chorar ainda mais.
- Você está me deixando desesperado, Helen. (Lucas)
- É um t-teste de gravidez… (Helen sussurrou)
- Como? (Lucas perguntou arregalando os olhos)
- É isso q-que ouviu… (Helen)
- M-mas... Helen? (Lucas gaguejou)
- Deu p-positivo! (Helen confessou aos prantos)
- Cheguei. O que houve? (Lucas)
Helen virou a cabeça e viu o primo entrando por seu quarto. Respirou fundo sentando-se na cama. Seus olhos automaticamente encheram-se de lágrimas. Estava à beira do desespero.
- Que foi? (Lucas perguntou se aproximando)
- U-uma catástrofe! (Helen sussurrou começando a chorar)
- O que foi Helenzinha? (Lucas)
- L-lu… (Helen)
- O que houve? (Lucas perguntou limpando as lágrimas dela)
- O-olha… (Helen)
A morena apontou para algo que estava em cima de seu criado-mudo. Lucas levantou-se e olhou a caixa retangular. Olhou pra ela novamente não entendendo.
- O que é aquilo? (Lucas)
Helen respirou fundo e o que conseguiu foi chorar ainda mais.
- Você está me deixando desesperado, Helen. (Lucas)
- É um t-teste de gravidez… (Helen sussurrou)
- Como? (Lucas perguntou arregalando os olhos)
- É isso q-que ouviu… (Helen)
- M-mas... Helen? (Lucas gaguejou)
- Deu p-positivo! (Helen confessou aos prantos)
Lucas arregalou ainda mais os olhos. Helen grávida?
- Mas, c-como? (Lucas)
- A minha m-menstruação está atrasada desde a terceira s-semana que estávamos no Egito. E-eu acabei nem percebendo. Enfim, quando voltamos, e-eu não parava de passar mal e n-nada dela vir… Comecei a me t-tocar. (Helen)
- Meu Deus! (Lucas)
- E-estou desesperada… (Helen)
- Helenzinha... (Lucas)
- É t-teste de farmácia, pode d-dar errado, mas s-sinto que estou mesmo… (Helen)
- Quer que eu te leve no médico? (Lucas)
- Q-quero… (Helen)
- Ok, vamos então, mas antes quero saber o que vai fazer caso seja verdade? (Lucas)
- E-eu não sei… (Helen)
- Se for é do Taylor? (Lucas)
- É! (Helen sussurrou)
- Vai ter que contar pra ele. (Lucas)
- E-eu não sei o que fazer… (Helen murmurou ainda chorando)
- Não pode esconder, ele é o pai. (Lucas)
- D-depois penso nisso… (Helen)
- Então vamos. (Lucas)
- M-meu pai vai me matar… (Helen)
- Vai nada, o sonho do tio é ter um neto! (Lucas)
- Mas, c-como? (Lucas)
- A minha m-menstruação está atrasada desde a terceira s-semana que estávamos no Egito. E-eu acabei nem percebendo. Enfim, quando voltamos, e-eu não parava de passar mal e n-nada dela vir… Comecei a me t-tocar. (Helen)
- Meu Deus! (Lucas)
- E-estou desesperada… (Helen)
- Helenzinha... (Lucas)
- É t-teste de farmácia, pode d-dar errado, mas s-sinto que estou mesmo… (Helen)
- Quer que eu te leve no médico? (Lucas)
- Q-quero… (Helen)
- Ok, vamos então, mas antes quero saber o que vai fazer caso seja verdade? (Lucas)
- E-eu não sei… (Helen)
- Se for é do Taylor? (Lucas)
- É! (Helen sussurrou)
- Vai ter que contar pra ele. (Lucas)
- E-eu não sei o que fazer… (Helen murmurou ainda chorando)
- Não pode esconder, ele é o pai. (Lucas)
- D-depois penso nisso… (Helen)
- Então vamos. (Lucas)
- M-meu pai vai me matar… (Helen)
- Vai nada, o sonho do tio é ter um neto! (Lucas)
Helen pegou a bolsa e deu um jeito em seu rosto.
- Posso te falar uma coisa? (Lucas)
- O que? (Helen)
- Vou amar te ver barrigudinha! (Lucas afirmou sorrindo e tocando no ventre da prima)
- Pára! (Helen sussurrou com a voz embargada)
- Vamos. (Lucas falou sorrindo e beijando-a na testa)
- Posso te falar uma coisa? (Lucas)
- O que? (Helen)
- Vou amar te ver barrigudinha! (Lucas afirmou sorrindo e tocando no ventre da prima)
- Pára! (Helen sussurrou com a voz embargada)
- Vamos. (Lucas falou sorrindo e beijando-a na testa)
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