A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Sessenta e Cinco.
Ao entrar em casa, Fátima e Jorge estavam sentados no grande sofá da sala de estar com as faces transtornadas, respectivamente. Lucas sentiu-se estremecer e sua boca secou mesmo sem ele saber do que se tratava.
- O que houve? (Lucas perguntou assustado)
Fátima e Jorge que só perceberam a presença dele no instante em que falara, se olharam temerosos e angustiados.
- Sente-se, querido. (Fátima afirmou com a voz baixa)
- O que foi? Que caras são essas? (Lucas perguntou temeroso, sentando no sofá)
Helen entrou na casa devagar. Sorriu pra tia que retribuiu de maneira fraca, fazendo com que Helen percebesse que algo sério estava no ar.
- Oi querida. (Fátima falou cumprimentando a sobrinha)
- Oi tia! Oi tio! (Helen)
- Oi. (Jorge falou sorrindo)
- Me falem logo, por favor! (Lucas exigiu)
- Ok! Vamos falar. (Fátima)
- Antes eu queria dar umas palavrinhas sobre essa conseqüência. (Jorge)
- Seja mais claro, por favor. (Lucas)
- Sabe quando tentamos proteger alguém que amamos e somos julgados errados? Então é isso, te protegi e só tomei na cabeça e agora essa conseqüência. (Jorge)
- Eu não estou entendendo nada. (Lucas)
- O que houve? (Lucas perguntou assustado)
Fátima e Jorge que só perceberam a presença dele no instante em que falara, se olharam temerosos e angustiados.
- Sente-se, querido. (Fátima afirmou com a voz baixa)
- O que foi? Que caras são essas? (Lucas perguntou temeroso, sentando no sofá)
Helen entrou na casa devagar. Sorriu pra tia que retribuiu de maneira fraca, fazendo com que Helen percebesse que algo sério estava no ar.
- Oi querida. (Fátima falou cumprimentando a sobrinha)
- Oi tia! Oi tio! (Helen)
- Oi. (Jorge falou sorrindo)
- Me falem logo, por favor! (Lucas exigiu)
- Ok! Vamos falar. (Fátima)
- Antes eu queria dar umas palavrinhas sobre essa conseqüência. (Jorge)
- Seja mais claro, por favor. (Lucas)
- Sabe quando tentamos proteger alguém que amamos e somos julgados errados? Então é isso, te protegi e só tomei na cabeça e agora essa conseqüência. (Jorge)
- Eu não estou entendendo nada. (Lucas)
Helen observava quieta.
- Filho, a Bruna tentou cometer o suicídio! (Jorge falou, já que Fátima estava pálida feito cera ao ter que dizer algo dessa maneira ao filho)
- O que? (Lucas perguntou com os olhos arregalados e levantando-se abruptamente do sofá)
- Filho, a Bruna tentou cometer o suicídio! (Jorge falou, já que Fátima estava pálida feito cera ao ter que dizer algo dessa maneira ao filho)
- O que? (Lucas perguntou com os olhos arregalados e levantando-se abruptamente do sofá)
Helen arregalou os olhos e levou a mão à boca, tamanho o espanto. Suicídio? Aquilo era sério demais.
- ELA NÃO PÔDE TER FEITO ISSO, ELA ESTÁ GRÁVIDA! COMO PODE FAZER ALGO DESSA MANEIRA CONTRA A VIDA E ATACANDO O FILHO? (Helen disparou aos berros sem se controlar)
Segundo demonstração materna. Os três a olharam assustados.
- Me i-ignorem. (Helen gaguejou)
Lucas sentou-se novamente no sofá sentindo as pernas moles. Havia parado de raciocinar.
- F-filho… (Fátima sussurrou com a voz embargada)
- C-como assim suicídio? (Lucas perguntou com a voz fraca)
- Ela cortou os pulsos… A sorte foi que a mãe dela chegou a tempo de algo mais grave acontecer. Bruna foi hospitalizada. (Jorge)
- E o meu filho? (Lucas)
- Ao que tudo indica nada aconteceu com ele, mas estão fazendo exames para confirmar. (Jorge)
- E por que suicídio? (Lucas perguntou já sabendo a resposta)
- Por causa da separação! (Jorge)
Lucas respirou fundo ao mesmo tempo em que fechou os olhos. O inferno acabara de começar!
- É UMA VAGABUNDA! EU ODEIO ESSA BRUNA! ODEIO! ELA FAZ ISSO PRA ATORMENTAR A VIDA DO MEU PRIMO. DESGRAÇADA! (Helen deu outro piti)
Mas dessa vez, o ataque a fez sentir a visão escurecer. Sentou rapidamente no sofá, completamente pálida.
- ELA NÃO PÔDE TER FEITO ISSO, ELA ESTÁ GRÁVIDA! COMO PODE FAZER ALGO DESSA MANEIRA CONTRA A VIDA E ATACANDO O FILHO? (Helen disparou aos berros sem se controlar)
Segundo demonstração materna. Os três a olharam assustados.
- Me i-ignorem. (Helen gaguejou)
Lucas sentou-se novamente no sofá sentindo as pernas moles. Havia parado de raciocinar.
- F-filho… (Fátima sussurrou com a voz embargada)
- C-como assim suicídio? (Lucas perguntou com a voz fraca)
- Ela cortou os pulsos… A sorte foi que a mãe dela chegou a tempo de algo mais grave acontecer. Bruna foi hospitalizada. (Jorge)
- E o meu filho? (Lucas)
- Ao que tudo indica nada aconteceu com ele, mas estão fazendo exames para confirmar. (Jorge)
- E por que suicídio? (Lucas perguntou já sabendo a resposta)
- Por causa da separação! (Jorge)
Lucas respirou fundo ao mesmo tempo em que fechou os olhos. O inferno acabara de começar!
- É UMA VAGABUNDA! EU ODEIO ESSA BRUNA! ODEIO! ELA FAZ ISSO PRA ATORMENTAR A VIDA DO MEU PRIMO. DESGRAÇADA! (Helen deu outro piti)
Mas dessa vez, o ataque a fez sentir a visão escurecer. Sentou rapidamente no sofá, completamente pálida.
- Helen, o que houve? (Fátima perguntou correndo até a sobrinha)
- Gritei demais, f-faltou o ar… (Helen sussurrou respirando fundo)
- Helen, vai pra casa! (Lucas afirmou sério)
- De jeito algum, acha que vou te deixar sozinho depois de mais uma da Bruna? JAMAIS! (Helen falou forte levantando-se, mas mais uma vez sentou-se ao sentir uma tontura)
- Vai embora pra casa! (Lucas falou sem paciência)
- NÃO VOU. (Helen)
- O que está acontecendo entre vocês? (Jorge)
- Eu vou para o hospital e essa louca não pode ir junto. (Lucas)
- Quem é você pra falar se posso ou se não posso? (Helen)
- Helen... (Lucas)
- Acho bom a Helen ir conosco, ela sempre te dá apoio em tudo querido! (Fátima)
- Não vejo mal nela ir Lucas, com tanto que não tente matar a Bruna de verdade. (Jorge)
- Tia obrigada por me defender e tio, obrigada pela idéia. Vamos sim. (Helen)
- NÃO ENTENDEM QUE VAMOS A UM HOSPITAL VER UMA MULHER QUE TENTOU SE MATAR E A HELEN NÃO PODE FICAR PERTO DESSAS COISAS SENÃO PODE PEGAR UMA BACTÉRIA E O QUE MAIS ELA DEVE FAZER NO MOMENTO É PRESERVAR O BEBÊ? (Lucas deu um ataque aos berros, sem lembrar de vírgulas em sua gritaria e soltando tudo de uma vez)
Helen ficou incrédula ao ver o que ele acabara de falar. E num deslize, toda a sala sumiu e Helen caiu desmaiada no sofá.
- Puta que pariu! PUTA QUE PARIU! Mãe fica com ela, sim ela está grávida e não arregale os olhos. Não contem nada a ninguém e pai vamos comigo? (Lucas)
- Vamos! (Jorge respondeu ainda estático por saber da gravidez da sobrinha)
- Gritei demais, f-faltou o ar… (Helen sussurrou respirando fundo)
- Helen, vai pra casa! (Lucas afirmou sério)
- De jeito algum, acha que vou te deixar sozinho depois de mais uma da Bruna? JAMAIS! (Helen falou forte levantando-se, mas mais uma vez sentou-se ao sentir uma tontura)
- Vai embora pra casa! (Lucas falou sem paciência)
- NÃO VOU. (Helen)
- O que está acontecendo entre vocês? (Jorge)
- Eu vou para o hospital e essa louca não pode ir junto. (Lucas)
- Quem é você pra falar se posso ou se não posso? (Helen)
- Helen... (Lucas)
- Acho bom a Helen ir conosco, ela sempre te dá apoio em tudo querido! (Fátima)
- Não vejo mal nela ir Lucas, com tanto que não tente matar a Bruna de verdade. (Jorge)
- Tia obrigada por me defender e tio, obrigada pela idéia. Vamos sim. (Helen)
- NÃO ENTENDEM QUE VAMOS A UM HOSPITAL VER UMA MULHER QUE TENTOU SE MATAR E A HELEN NÃO PODE FICAR PERTO DESSAS COISAS SENÃO PODE PEGAR UMA BACTÉRIA E O QUE MAIS ELA DEVE FAZER NO MOMENTO É PRESERVAR O BEBÊ? (Lucas deu um ataque aos berros, sem lembrar de vírgulas em sua gritaria e soltando tudo de uma vez)
Helen ficou incrédula ao ver o que ele acabara de falar. E num deslize, toda a sala sumiu e Helen caiu desmaiada no sofá.
- Puta que pariu! PUTA QUE PARIU! Mãe fica com ela, sim ela está grávida e não arregale os olhos. Não contem nada a ninguém e pai vamos comigo? (Lucas)
- Vamos! (Jorge respondeu ainda estático por saber da gravidez da sobrinha)
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