A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Trinta e Quatro.
Tiveram uma tarde agradável. Yasmin era bem receptiva e os convidados sentiam-se bem à vontade com a boa hospitalidade dela. Obviamente que Lucas bem mais, apesar de não poder aproveitar muito, já que tinha sua prima como testemunha. Bem, Helen não era um problema, mas sabia da timidez de Yasmin e respeitava.
- Min, obrigada de verdade pelo almoço e mil perdões por ter caído de pára-quedas. (Helen)
- Não precisa agradecer e não foi incomodo algum a sua presença, pelo contrário. (Yasmin falou com simpatia)
- Posso apertar sua bochecha? Você é muito fofa. (Helen brincou falando que nem criança e apertando as bochechas de Yasmin que óbvio, ficou ruborizada)
- Obrigada. (Yasmin agradeceu envergonhada)
Helen olhou pro lado e Lucas estava encostado no batente da porta e com os braços cruzados. Ela pigarreou segurando a risada.
- Bom, eu vou descendo, porque senti saudades do carro. Coisa estranha, não acha? Bem, tchau Min e obrigada de novo. (Helen falou beijando-a na bochecha)
- Tchau. (Yasmin)
Helen olhou pro primo mais uma vez.
- A gente se vê lá embaixo, pegador. (Helen sussurrou as palavras pra Lucas que piscou pra ela)
- Min, obrigada de verdade pelo almoço e mil perdões por ter caído de pára-quedas. (Helen)
- Não precisa agradecer e não foi incomodo algum a sua presença, pelo contrário. (Yasmin falou com simpatia)
- Posso apertar sua bochecha? Você é muito fofa. (Helen brincou falando que nem criança e apertando as bochechas de Yasmin que óbvio, ficou ruborizada)
- Obrigada. (Yasmin agradeceu envergonhada)
Helen olhou pro lado e Lucas estava encostado no batente da porta e com os braços cruzados. Ela pigarreou segurando a risada.
- Bom, eu vou descendo, porque senti saudades do carro. Coisa estranha, não acha? Bem, tchau Min e obrigada de novo. (Helen falou beijando-a na bochecha)
- Tchau. (Yasmin)
Helen olhou pro primo mais uma vez.
- A gente se vê lá embaixo, pegador. (Helen sussurrou as palavras pra Lucas que piscou pra ela)
Quando a porta do elevador se fechou, não deu nem tempo de Yasmin respirar. Lucas pegou-a pela cintura e extravasou toda a vontade reprimida pela tarde inteira. Enchê-la de beijos.
- Obrigado pelo almoço! (Lucas exclamou após terminar de beijá-la)
- Não precisa agradecer. (Yasmin)
- Desculpa por ter trazido a Helen sem avisar. (Lucas)
- Eu a convidei, além do mais, sua prima é bem divertida. (Yasmin)
- Ela precisava de uma tarde divertida, pra esquecer das coisas… (Lucas)
- O que houve? (Yasmin)
- Não sei se sabe, mas ela e o Taylor estavam quase namorando. (Lucas)
- Eu os vi um dia se beijando. Formam um casal lindo. (Yasmin)
- Então, mas ele pisou na bola com ela, e pisou feio. (Lucas)
- Traição? (Yasmin)
- Pois é, mas o pior é que foi com a melhor amiga dela. (Lucas)
- Nossa… (Yasmin)
- Ela está mal, mas por sorte ficou tranqüila aqui. (Lucas)
- Tadinha, deve ser horrível isso. (Yasmin)
- O pior é que ela já sofreu de esquizofrenia e qualquer trauma faz a doença voltar. (Lucas)
- Ela não aparenta ter essa doença. (Yasmin)
- Mas infelizmente tem, não faz idéia do quanto a Helen já sofreu com isso. E ela sempre teve de tudo, do bom e do melhor. Sempre teve carinho, mas depois de uma briga que ela teve com o meu tio, desencadeou a doença, mesmo depois deles se reconciliarem. (Lucas lamentou)
- Obrigado pelo almoço! (Lucas exclamou após terminar de beijá-la)
- Não precisa agradecer. (Yasmin)
- Desculpa por ter trazido a Helen sem avisar. (Lucas)
- Eu a convidei, além do mais, sua prima é bem divertida. (Yasmin)
- Ela precisava de uma tarde divertida, pra esquecer das coisas… (Lucas)
- O que houve? (Yasmin)
- Não sei se sabe, mas ela e o Taylor estavam quase namorando. (Lucas)
- Eu os vi um dia se beijando. Formam um casal lindo. (Yasmin)
- Então, mas ele pisou na bola com ela, e pisou feio. (Lucas)
- Traição? (Yasmin)
- Pois é, mas o pior é que foi com a melhor amiga dela. (Lucas)
- Nossa… (Yasmin)
- Ela está mal, mas por sorte ficou tranqüila aqui. (Lucas)
- Tadinha, deve ser horrível isso. (Yasmin)
- O pior é que ela já sofreu de esquizofrenia e qualquer trauma faz a doença voltar. (Lucas)
- Ela não aparenta ter essa doença. (Yasmin)
- Mas infelizmente tem, não faz idéia do quanto a Helen já sofreu com isso. E ela sempre teve de tudo, do bom e do melhor. Sempre teve carinho, mas depois de uma briga que ela teve com o meu tio, desencadeou a doença, mesmo depois deles se reconciliarem. (Lucas lamentou)
- Essas doenças psicológicas sempre atacam na hora que baixamos a guarda. Quando estamos com a cabeça fraca, com o corpo debilitado. Eu tenho sorte por não ter caído doente, motivos não faltaram. (Yasmin)
- Você soube guerrear contra tudo. A Helen sempre foi uma garota rica, não tinha problemas e talvez isso seja uma fraqueza. É como se ela não tivesse anticorpos pra conseguir impedir uma doença de atacá-la. (Lucas)
- Eu quase sofri com distúrbios alimentares. Sorte que repensei as coisas no meio do caminho. (Yasmin)
- Você diz bulimia? Anorexia? (Lucas)
- Bulimia não, anorexia. Foi depois que meu pai morreu, eu abandonei literalmente o hábito de comer. (Yasmin)
- Mas você parou com isso não é? (Lucas perguntou preocupado)
- Antes de vir pra cá eu fui a um psicólogo e consegui trabalhar isso. Foi uma besteira enorme e a minha sorte é que não chegou a ser anorexia, mas faltou pouco (Yasmin)
- Sabe a Letícia? (Lucas)
- Sei sim… (Yasminj)
- Ela teve anorexia e quase morreu. Foi terrível na época, mas por sorte ela melhorou. (Lucas)
- Sei o que ela sofreu, não tão profundamente, mas sei. É ruim você não ter apetite, da minha parte não foi por estética, foi por revolta, dor, isso é pior ainda. (Yasmin)
- Você já passou por tanta coisa difícil na vida e não perdeu o brilho. (Lucas falou tocando-a no rosto)
- A vida derruba, mas também te coloca pra cima. Já ouviu aquela história de que Alá não dá um fardo maior do que você possa carregar? (Yasmin)
- Já ouvi sim. Mas você é a mais guerreira que eu já conheci. A mais especial. (Lucas)
- Você soube guerrear contra tudo. A Helen sempre foi uma garota rica, não tinha problemas e talvez isso seja uma fraqueza. É como se ela não tivesse anticorpos pra conseguir impedir uma doença de atacá-la. (Lucas)
- Eu quase sofri com distúrbios alimentares. Sorte que repensei as coisas no meio do caminho. (Yasmin)
- Você diz bulimia? Anorexia? (Lucas)
- Bulimia não, anorexia. Foi depois que meu pai morreu, eu abandonei literalmente o hábito de comer. (Yasmin)
- Mas você parou com isso não é? (Lucas perguntou preocupado)
- Antes de vir pra cá eu fui a um psicólogo e consegui trabalhar isso. Foi uma besteira enorme e a minha sorte é que não chegou a ser anorexia, mas faltou pouco (Yasmin)
- Sabe a Letícia? (Lucas)
- Sei sim… (Yasminj)
- Ela teve anorexia e quase morreu. Foi terrível na época, mas por sorte ela melhorou. (Lucas)
- Sei o que ela sofreu, não tão profundamente, mas sei. É ruim você não ter apetite, da minha parte não foi por estética, foi por revolta, dor, isso é pior ainda. (Yasmin)
- Você já passou por tanta coisa difícil na vida e não perdeu o brilho. (Lucas falou tocando-a no rosto)
- A vida derruba, mas também te coloca pra cima. Já ouviu aquela história de que Alá não dá um fardo maior do que você possa carregar? (Yasmin)
- Já ouvi sim. Mas você é a mais guerreira que eu já conheci. A mais especial. (Lucas)
Yasmin sorriu de canto e tirou a franja dos olhos. Era ótimo pro ego escutar qualquer elogio que fosse, ainda mais quando ele saía da boca de Lucas.
- Não estou com a mínima vontade de voltar pro Brasil. (Lucas confessou)
Yasmin o olhou nos olhos. Suspirou sem saber o que falar, já que também queria que ele ficasse.
- Em um mês tenho férias, vou pro Brasil. (Yasmin)
- Sério? (Lucas)
- Sim, já comprei as passagens até. (Yasmin)
- Bom saber que vai pra lá… (Lucas falou sorrindo)
- Estou com saudades do meu país, da minha família, da minha mãe… (Yasmin)
- Do Lucas você também vai sentir. (Lucas brincou)
- Também. (Yasmin falou sorrindo)
- Amanhã você vai estar de folga também não é? (Lucas)
- Vou. (Yasmin)
- Não te garanto, mas passo aqui pra te dar tchau. (Lucas)
- Passa, por favor… (Yasmin)
- Vou fazer o possível. (Lucas falou sorrindo)
- Apesar de que eu odeio despedida. (Yasmin falou suspirando)
- Não estou com a mínima vontade de voltar pro Brasil. (Lucas confessou)
Yasmin o olhou nos olhos. Suspirou sem saber o que falar, já que também queria que ele ficasse.
- Em um mês tenho férias, vou pro Brasil. (Yasmin)
- Sério? (Lucas)
- Sim, já comprei as passagens até. (Yasmin)
- Bom saber que vai pra lá… (Lucas falou sorrindo)
- Estou com saudades do meu país, da minha família, da minha mãe… (Yasmin)
- Do Lucas você também vai sentir. (Lucas brincou)
- Também. (Yasmin falou sorrindo)
- Amanhã você vai estar de folga também não é? (Lucas)
- Vou. (Yasmin)
- Não te garanto, mas passo aqui pra te dar tchau. (Lucas)
- Passa, por favor… (Yasmin)
- Vou fazer o possível. (Lucas falou sorrindo)
- Apesar de que eu odeio despedida. (Yasmin falou suspirando)
- Não é despedida. (Lucas)
- Mesmo assim… (Yasmin)
- Não foi amor de verão, é diferente Yasmin. Vou arrumar a minha vida do jeito certo e você está nos planos. (Lucas)
- Não quero machucar nem prejudicar ninguém. (Yasmin)
- Você vai machucar se não estiver comigo. (Lucas)
- Mesmo assim… (Yasmin)
- Não foi amor de verão, é diferente Yasmin. Vou arrumar a minha vida do jeito certo e você está nos planos. (Lucas)
- Não quero machucar nem prejudicar ninguém. (Yasmin)
- Você vai machucar se não estiver comigo. (Lucas)
Yasmin sorriu e abraçou-o pela cintura. Encostou a cabeça no peito dele, enquanto ele fazia cafuné nos cabelos dela.
- Estou insegura. (Yasmin confessou ainda abraçada a ele)
- Por quê? (Lucas)
- Medo… (Yasmin)
- De se magoar? (Lucas)
- Eu não sei… Mas me dá uma angústia tudo isso. (Yasmin falou com a voz embargada)
- Por que angústia? (Lucas)
- Talvez pelo simples fato de sempre perder as pessoas q-que eu amo… (Yasmin)
- Ama? (Lucas)
- Eu me apeguei a você. (Yasmin)
- Olha pra mim… Juro que vou fazer o impossível pra nunca te magoar. Não posso magoar uma pessoa que trouxe a alegria pra minha vida. Não estou blefando, Yasmin, preciso que acredite em mim. (Lucas)
- Não precisa ficar se justificando, sei disso, vejo nos seus olhos. (Yasmin)
- Então não tenha medo, não sinta angústia e não pense que me perdeu. Pelo contrário, você acabou de me ganhar e te garanto que não vão me aceitar de volta. Sem troca… (Lucas falou rindo e Yasmin compartilhou sorrindo lindamente)
Yasmin foi até a parte em que estava o telefone e pegou uma caneta. Voltou pra perto de Lucas e pegou em sua mão. Na palma escreveu a seguinte frase .أشعر حب ... Fechou a mão dele e ergueu os pés pra dar um selinho nele.
- O que significa? (Lucas perguntou curioso)
- Nada demais… (Yasmin)
- Não quer falar? (Lucas)
- Por quê? (Lucas)
- Medo… (Yasmin)
- De se magoar? (Lucas)
- Eu não sei… Mas me dá uma angústia tudo isso. (Yasmin falou com a voz embargada)
- Por que angústia? (Lucas)
- Talvez pelo simples fato de sempre perder as pessoas q-que eu amo… (Yasmin)
- Ama? (Lucas)
- Eu me apeguei a você. (Yasmin)
- Olha pra mim… Juro que vou fazer o impossível pra nunca te magoar. Não posso magoar uma pessoa que trouxe a alegria pra minha vida. Não estou blefando, Yasmin, preciso que acredite em mim. (Lucas)
- Não precisa ficar se justificando, sei disso, vejo nos seus olhos. (Yasmin)
- Então não tenha medo, não sinta angústia e não pense que me perdeu. Pelo contrário, você acabou de me ganhar e te garanto que não vão me aceitar de volta. Sem troca… (Lucas falou rindo e Yasmin compartilhou sorrindo lindamente)
Yasmin foi até a parte em que estava o telefone e pegou uma caneta. Voltou pra perto de Lucas e pegou em sua mão. Na palma escreveu a seguinte frase .أشعر حب ... Fechou a mão dele e ergueu os pés pra dar um selinho nele.
- O que significa? (Lucas perguntou curioso)
- Nada demais… (Yasmin)
- Não quer falar? (Lucas)
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