A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Trinta e Oito.
A pós-crise de Helen nunca era muito agradável. Apesar de ter tido um dia alegre e se distraído, ficava um resíduo ruim, algo comparado com uma ressaca. Sempre ficava com náuseas e tonturas. Qualquer coisa a enjoava. Era normal. Havia deitado um pouco pra descansar quando bateram em sua porta. Ela levantou indisposta e jurava que seria Lucas, mas…
- O que faz aqui? (Helen perguntou indignada)
- Preciso falar com você. (Letícia afirmou séria)
- Mas eu não quero falar com você. (Helen)
- Por favor? (Letícia pediu)
- Pra que? Pra jogar na minha cara o quanto eu sou otária? (Helen)
- Helen… (Letícia)
- Ok, fala dois minutos e só. (Helen falou dando espaço pra Letícia entrar em seu quarto, em seguida bateu a porta)
Letícia entrou no quarto de cabeça baixa. Sempre agia pelo impulso e sempre magoava as pessoas que verdadeiramente amava.
- Me perdoa? (Letícia pediu com a voz embargada)
- Me diz por quê? Só isso… (Helen)
- Eu sou uma i-idiota. (Letícia falou começando a chorar)
- Sempre comigo, sempre… O que eu tenho que você insiste em me prejudicar? (Helen)
- A culpa não é s-sua. A culpa é m-minha… (Letícia falou chorando)
- Você é minha amiga. E FAZ ISSO DUAS VEZES? (Helen gritou)
- M-me perdoa Helenzinha… (Letícia)
- O que faz aqui? (Helen perguntou indignada)
- Preciso falar com você. (Letícia afirmou séria)
- Mas eu não quero falar com você. (Helen)
- Por favor? (Letícia pediu)
- Pra que? Pra jogar na minha cara o quanto eu sou otária? (Helen)
- Helen… (Letícia)
- Ok, fala dois minutos e só. (Helen falou dando espaço pra Letícia entrar em seu quarto, em seguida bateu a porta)
Letícia entrou no quarto de cabeça baixa. Sempre agia pelo impulso e sempre magoava as pessoas que verdadeiramente amava.
- Me perdoa? (Letícia pediu com a voz embargada)
- Me diz por quê? Só isso… (Helen)
- Eu sou uma i-idiota. (Letícia falou começando a chorar)
- Sempre comigo, sempre… O que eu tenho que você insiste em me prejudicar? (Helen)
- A culpa não é s-sua. A culpa é m-minha… (Letícia falou chorando)
- Você é minha amiga. E FAZ ISSO DUAS VEZES? (Helen gritou)
- M-me perdoa Helenzinha… (Letícia)
- Você e o Taylor são dois traíras. (Helen sussurrou tentando manter o controle)
- Não o c-culpe, ele não teve culpa de n-nada… (Letícia)
- Não o defenda… (Helen)
- Estou f-falando sério, e-ele não tem culpa de nada… (Letícia)
- Acabou o que tinha pra… (Helen falou, mas interrompeu ao sentir uma tontura)
- Q-que foi? (Letícia perguntou preocupada)
- Nada! Já terminou? (Helen perguntou seca)
- H-helenzinha… (Letícia)
- Sai, por favor… (Helen falou abrindo a porta)
Não iria adiantar Letícia ficar lá dentro tentando algo, a loira aos prantos saiu do quarto, deixando Helen não muito diferente. A morena sentiu como o choro engasgado transbordava por seus olhos e em desespero, saiu correndo pro banheiro pra colocar pra fora a ânsia que entupia sua garganta e mais uma vez, sentiu como seu estômago revirava.
- Não o c-culpe, ele não teve culpa de n-nada… (Letícia)
- Não o defenda… (Helen)
- Estou f-falando sério, e-ele não tem culpa de nada… (Letícia)
- Acabou o que tinha pra… (Helen falou, mas interrompeu ao sentir uma tontura)
- Q-que foi? (Letícia perguntou preocupada)
- Nada! Já terminou? (Helen perguntou seca)
- H-helenzinha… (Letícia)
- Sai, por favor… (Helen falou abrindo a porta)
Não iria adiantar Letícia ficar lá dentro tentando algo, a loira aos prantos saiu do quarto, deixando Helen não muito diferente. A morena sentiu como o choro engasgado transbordava por seus olhos e em desespero, saiu correndo pro banheiro pra colocar pra fora a ânsia que entupia sua garganta e mais uma vez, sentiu como seu estômago revirava.
Nenhum comentário:
Postar um comentário