A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Trinta e Dois.
O caminho inteiro da casa de Yasmin até o hotel, foi feito com extrema calma e óbvio, muita felicidade. Lucas estava mais do que feliz, talvez pela primeira vez em sua vida estivesse fazendo algo que ele havia escolhido, que ele queria. Isso era pauta pra alegria, pra realização. Deixou o carro na mão do manobrista que estava na frente do hotel e entrou. Cantarolava quando sentiu uma mão puxando-o pelo braço.
- Que susto sua louca. (Lucas falou ao encarar Letícia)
- Eu preciso falar com você (Letícia murmurou séria)
- Ai meu Deus. O que aconteceu? (Lucas perguntou preocupado)
- Vem comigo. (Letícia falou puxando-o)
E depois de toda confissão…
- Eu não acredito que vocês fizeram isso. (Lucas falou incrédulo)
- Juro que n-não foi intencional. Eu s-senti vontade… (Letícia falou chorando)
- Let, a Helen é sua amiga. (Lucas)
- To m-mal por isso. Eu não q-queria magoá-la. (Letícia)
- Eu não sei nem o que falar, não vou julgar, mas estou com uma vontade gigante de socar a cara do Taylor e de não falar mais com você. (Lucas afirmou sério)
- L-lucas… (Letícia)
- Eu vou procurar a Helen, depois conversamos. (Lucas falou levantando-se)
- Lucas, n-não vira a cara pra mim. (Letícia falou segurando-o no braço)
- Não vou fazer isso, mas quem magoa a minha prima, me magoa também. (Lucas falou soltando-se de Letícia e saindo da sala em que ela havia o levado)
Procurar Helen? Lucas sabia que seria uma tarefa dificílima. O problema que ela tinha, ele sabia de cabo a rabo, afinal de contas foi testemunha de muitas de suas crises. Mas estava adormecida, temia por ter voltado. Mataria Letícia e Taylor caso visse a prima mais uma vez sofrendo, como sofria na maioria das crises. Subiu de um pulo até o andar que ele e Helen estavam, e por sorte quando bateu na porta do quarto dela, ela abriu. E sentiu o coração ficar pequeno ao ver que os olhos dela refletiam lágrimas ao vê-lo e mais ainda, quando ela soluçou abraçando-o.
- Que susto sua louca. (Lucas falou ao encarar Letícia)
- Eu preciso falar com você (Letícia murmurou séria)
- Ai meu Deus. O que aconteceu? (Lucas perguntou preocupado)
- Vem comigo. (Letícia falou puxando-o)
E depois de toda confissão…
- Eu não acredito que vocês fizeram isso. (Lucas falou incrédulo)
- Juro que n-não foi intencional. Eu s-senti vontade… (Letícia falou chorando)
- Let, a Helen é sua amiga. (Lucas)
- To m-mal por isso. Eu não q-queria magoá-la. (Letícia)
- Eu não sei nem o que falar, não vou julgar, mas estou com uma vontade gigante de socar a cara do Taylor e de não falar mais com você. (Lucas afirmou sério)
- L-lucas… (Letícia)
- Eu vou procurar a Helen, depois conversamos. (Lucas falou levantando-se)
- Lucas, n-não vira a cara pra mim. (Letícia falou segurando-o no braço)
- Não vou fazer isso, mas quem magoa a minha prima, me magoa também. (Lucas falou soltando-se de Letícia e saindo da sala em que ela havia o levado)
Procurar Helen? Lucas sabia que seria uma tarefa dificílima. O problema que ela tinha, ele sabia de cabo a rabo, afinal de contas foi testemunha de muitas de suas crises. Mas estava adormecida, temia por ter voltado. Mataria Letícia e Taylor caso visse a prima mais uma vez sofrendo, como sofria na maioria das crises. Subiu de um pulo até o andar que ele e Helen estavam, e por sorte quando bateu na porta do quarto dela, ela abriu. E sentiu o coração ficar pequeno ao ver que os olhos dela refletiam lágrimas ao vê-lo e mais ainda, quando ela soluçou abraçando-o.
- L-lu… (Helen sussurrou aos prantos)
- Eu já sei, a Letícia veio me contar. Não precisa falar de novo, não chora. (Lucas)
- O que a-aquela vadia f-falou? (Helen)
- Não vou deixar você sentir ódio de ninguém. Vem cá. (Lucas falou fechando a porta do quarto dela e levando-a até a cama)
- Como você q-quer que eu não sinta ódio? (Helen)
- Imagino o quanto esteja sendo difícil pra você, mas não quero te ver mal e o ódio você sabe que é indício pra uma crise. (Lucas)
- E-eu acho que eu tive u-uma ontem… (Helen afirmou chorando)
- Helen... (Lucas)
- Desde o dia em que conversamos, e-eu pensei e decidi q-que ia f-ficar aqui, c-com ele… (Helen)
- Conversou com ele? (Lucas)
- C-conversei. (Helen)
- E? (Lucas)
- Ele é u-um dissimulado, falou que a Let o b-beijou. Ele pensa q-que eu sou b-burra? (Helen)
- Não vou julgar os dois, mas odeio ver alguém te magoando. Isso me tira do sério. (Lucas)
- Q-qual o problema comigo L-lucas? Por que e-eu nunca dou certo c-com ninguém? (Helen perguntou soluçando)
- Você não tem nenhum problema, pequena. Talvez não tenha achado a pessoa certa ainda. (Lucas)
- Eu já sei, a Letícia veio me contar. Não precisa falar de novo, não chora. (Lucas)
- O que a-aquela vadia f-falou? (Helen)
- Não vou deixar você sentir ódio de ninguém. Vem cá. (Lucas falou fechando a porta do quarto dela e levando-a até a cama)
- Como você q-quer que eu não sinta ódio? (Helen)
- Imagino o quanto esteja sendo difícil pra você, mas não quero te ver mal e o ódio você sabe que é indício pra uma crise. (Lucas)
- E-eu acho que eu tive u-uma ontem… (Helen afirmou chorando)
- Helen... (Lucas)
- Desde o dia em que conversamos, e-eu pensei e decidi q-que ia f-ficar aqui, c-com ele… (Helen)
- Conversou com ele? (Lucas)
- C-conversei. (Helen)
- E? (Lucas)
- Ele é u-um dissimulado, falou que a Let o b-beijou. Ele pensa q-que eu sou b-burra? (Helen)
- Não vou julgar os dois, mas odeio ver alguém te magoando. Isso me tira do sério. (Lucas)
- Q-qual o problema comigo L-lucas? Por que e-eu nunca dou certo c-com ninguém? (Helen perguntou soluçando)
- Você não tem nenhum problema, pequena. Talvez não tenha achado a pessoa certa ainda. (Lucas)
- Ta v-vendo, quem mandou nascer meu p-primo e não meu namorado. (Helen brincou sorrindo entre o choro e abraçando-o novamente)
- Namoros entre primos existem, sabia? (Lucas brincou)
- Primos safados e não p-primos irmãos. (Helen)
- Tem toda razão minha morena mais linda de todo o mundo. Te amo ta? (Lucas)
- E-eu também… (Helen)
- Pare de chorar, odeio te ver sofrendo por coisas que não valem à pena. Prometo que vou dar um soco na cara do Taylor. (Lucas)
- Não bate, p-por mais cafajeste que ele seja, e-ele é lindo demais pra ficar com um hematoma no r-rosto. (Helen)
Lucas nada mais falou. Claro que não ia dar um soco na cara de Taylor, mas iria ter uma conversa bem séria com ele, afinal de contas eram amigos e por mais ciumento que fosse, apoiava essa relação entre ele e Helen. E ressaltando o que ele afirmou, não iria julgá-lo, afinal de contas estava envolvido com uma pessoa fora do casamento.
- Está arrumada? (Lucas perguntou depois dela levantar-se da cama)
- Eu ia sair, m-mas desisti. (Helen falou limpando os olhos)
- Então só retoque a sua maquilagem, vou tomar um banho e já volto aqui pra te pegar. (Lucas falou se levantando da cama)
- Pra que? (Helen)
- Vou te levar em um almoço… (Lucas falou saindo do quarto)
- Namoros entre primos existem, sabia? (Lucas brincou)
- Primos safados e não p-primos irmãos. (Helen)
- Tem toda razão minha morena mais linda de todo o mundo. Te amo ta? (Lucas)
- E-eu também… (Helen)
- Pare de chorar, odeio te ver sofrendo por coisas que não valem à pena. Prometo que vou dar um soco na cara do Taylor. (Lucas)
- Não bate, p-por mais cafajeste que ele seja, e-ele é lindo demais pra ficar com um hematoma no r-rosto. (Helen)
Lucas nada mais falou. Claro que não ia dar um soco na cara de Taylor, mas iria ter uma conversa bem séria com ele, afinal de contas eram amigos e por mais ciumento que fosse, apoiava essa relação entre ele e Helen. E ressaltando o que ele afirmou, não iria julgá-lo, afinal de contas estava envolvido com uma pessoa fora do casamento.
- Está arrumada? (Lucas perguntou depois dela levantar-se da cama)
- Eu ia sair, m-mas desisti. (Helen falou limpando os olhos)
- Então só retoque a sua maquilagem, vou tomar um banho e já volto aqui pra te pegar. (Lucas falou se levantando da cama)
- Pra que? (Helen)
- Vou te levar em um almoço… (Lucas falou saindo do quarto)
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