A Dança dos Sete Véus
Trezentos e Oito.
No avião, mesmo sem nem decolarem, Jorge já dormia.
- O tio capotou. (Taylor)
- Confesso que logo irei fazer o mesmo. (Lucas)
- É claro, deve ter se cansado muito nesse final de semana. (Taylor falou rindo)
- Fique você sabendo que se tem algo que não me cansa, é sexo. E também pare de falar asneiras. (Lucas)
- Desculpa aê viril man. E nem é preciso falar mais nada, você mesmo se entregou ao falar de sexo, nem estava me referindo a isso. (Taylor)
- Quem te conhece que te compre, Taylor. (Lucas)
- Eu né? (Taylor)
- Cale a boca e comece a refletir sobre sua história com a Helen, não a minha… otário. (Lucas)
- Com todo respeito à tia Fátima, mas vai apavorar a sua mãe. (Taylor)
- Bom se apavorar mesmo, ainda mais que daqui a alguns meses você terá que virar o cara mais responsável do mundo. (Lucas)
- Não sei se você lembra, mas estamos juntos nessa, irmão. E no seu caso, vem antes. (Taylor)
- Ok, fim de papo. (Lucas)
Agora voltaria a tudo isso, não no mesmo teto, mas o mesmo inferno de sempre. Seu filho não fazia parte disso, mas enquanto ele estivesse na barriga de Bruna, ele sofreria com efeitos colaterais. De volta a casa…
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