A Dança dos Sete Véus
Duzentos e Setenta e Dois.
Era manhã de quinta-feira, quando Yasmin saiu do prédio em que residia. O Sol já havia nascido e o belo céu azul já fazia parte do cenário. Estava um tempo agradável e gostoso. A morena carregava nos braços, um cabide envolto por uma capa preta. Era um vestido que faria parte de seu figurino naquela noite. Iria haver no hotel, um grande evento referente à área de Turismo. O hotel havia sido escolhido como sede desse encontro, por ser um dos hotéis mais luxuosos da capital egípcia. O coquetel não iria contar com a presença da Yasmin Odalisca, já que ela não havia sido escalada pra dançar, mas contaria com a presença dela ajudando Anaíra a recepcionar todos os convidados, coisa que Taylor já havia percebido ser um dom de Yasmin.
Ela endireitou a mochila nas costas e iria voltar a caminhar pelas ruas em direção do hotel, mas chocou com uma pessoa. Automaticamente sentiu o corpo gelar.
- Surpresa por me ver logo pela manhã? (Marcelo perguntou dando um daqueles famosos sorrisos frívolos que sempre dava)
- Bom dia! (Yasmin exclamou e fez menção de passar pelo lado dele e continuar andando, mas ele a segurou)
- Espere! (Marcelo)
- Me solte! (Yasmin murmurou puxando o braço)
- Hei, pra que esse mau humor logo pela manhã? (Marcelo)
- Me diz o que quer e não enrole. O que faz perto da minha casa logo cedo? (Yasmin)
- Calhou de eu estar passando por aqui, talvez seja uma jogada do destino. (Marcelo falou entre deboches)
Ela endireitou a mochila nas costas e iria voltar a caminhar pelas ruas em direção do hotel, mas chocou com uma pessoa. Automaticamente sentiu o corpo gelar.
- Surpresa por me ver logo pela manhã? (Marcelo perguntou dando um daqueles famosos sorrisos frívolos que sempre dava)
- Bom dia! (Yasmin exclamou e fez menção de passar pelo lado dele e continuar andando, mas ele a segurou)
- Espere! (Marcelo)
- Me solte! (Yasmin murmurou puxando o braço)
- Hei, pra que esse mau humor logo pela manhã? (Marcelo)
- Me diz o que quer e não enrole. O que faz perto da minha casa logo cedo? (Yasmin)
- Calhou de eu estar passando por aqui, talvez seja uma jogada do destino. (Marcelo falou entre deboches)
- Ah claro, ainda mais que você mora tão perto de mim. Bobeira levar em consideração que moro na Zona Norte e você na Zona Sul. (Yasmin afirmou no mesmo tom de deboche que ele)
- Logo cedo com ironias, querida? (Marcelo)
- Não enrole, nem tampouco me chame de querida. Não precisa ter esse tom amigável comigo, quando sabemos que o que mais nos interessa é ver a caveira um do outro. (Yasmin)
- Então você confessa que não me suporta? (Marcelo perguntou rindo)
- O que quer? (Yasmin perguntou impaciente)
- Vim lhe dar bom dia, não posso? (Marcelo)
- Ok, bom dia e tchau. (Yasmin)
Ela iria voltar a andar, quando novamente foi puxada pelo braço, só que dessa vez foi um pouco mais violento.
- Me solte! Você está me machucando… (Yasmin murmurou irritada e tentando se soltar)
- Como vai o namoro? (Marcelo perguntou maldoso, ainda segurando-a)
- Você é maluco. (Yasmin resmungou o empurrando)
- Ah, vai dizer que não está namorando? (Marcelo)
- Primeiro, eu não lhe devo satisfações de nada. Mas já que insiste, eu não namoro. (Yasmin respondeu puxando o braço)
- Realmente me expressei mal, como vai o caso com o filho do poderoso Jorge Rodrigues? (Marcelo)
- Não tenho nada com ele, você viaja nesse seu mundinho medíocre. (Yasmin falou massageando o braço, devido ao apertão de Marcelo)
- Logo cedo com ironias, querida? (Marcelo)
- Não enrole, nem tampouco me chame de querida. Não precisa ter esse tom amigável comigo, quando sabemos que o que mais nos interessa é ver a caveira um do outro. (Yasmin)
- Então você confessa que não me suporta? (Marcelo perguntou rindo)
- O que quer? (Yasmin perguntou impaciente)
- Vim lhe dar bom dia, não posso? (Marcelo)
- Ok, bom dia e tchau. (Yasmin)
Ela iria voltar a andar, quando novamente foi puxada pelo braço, só que dessa vez foi um pouco mais violento.
- Me solte! Você está me machucando… (Yasmin murmurou irritada e tentando se soltar)
- Como vai o namoro? (Marcelo perguntou maldoso, ainda segurando-a)
- Você é maluco. (Yasmin resmungou o empurrando)
- Ah, vai dizer que não está namorando? (Marcelo)
- Primeiro, eu não lhe devo satisfações de nada. Mas já que insiste, eu não namoro. (Yasmin respondeu puxando o braço)
- Realmente me expressei mal, como vai o caso com o filho do poderoso Jorge Rodrigues? (Marcelo)
- Não tenho nada com ele, você viaja nesse seu mundinho medíocre. (Yasmin falou massageando o braço, devido ao apertão de Marcelo)
- Ah claro, deve ser outro Lucas M. (Marcelo debochou)
- Pare de pensar em besteiras, sério. Era outra pessoa sim, ou vai dizer que só existe um Lucas no mundo? (Yasmin)
- Ah não me diga que você deixou de lado seu lado angelical? (Marcelo falou rindo)
- Vai pro inferno. (Yasmin)
- De qualquer maneira, lhe aplaudo já que no mínimo você demonstrou pra esse tal Lucas o seu verdadeiro escrúpulo… (Marcelo)
- O que? (Yasmin)
- O escrúpulo de uma prostituta. (Marcelo)
E só o que se pôde escutar, foi o ecoar do tapa estalado no rosto de Marcelo. Yasmin fervilhava de ódio, sentia o sangue congelar e toda a sua raiva estava marcada na pele do que ela julgava ser seu inimigo.
- Desgraçada! (Marcelo murmurou colocando uma mão no rosto)
- Prostituta é a mulher que ousou colocar no mundo um verme como você! (Yasmin murmurou entre dentes)
- Você vai pagar pelo tapa e por chamar a minha mãe de prostituta. (Marcelo esbravejou)
- Você que começou essa história toda. Deixe-me em paz que eu faço questão de nem lhe dirigir a palavra. (Yasmin pediu implorativa)
- Vai pagar vadia! (Marcelo)
- Eu vou lhe dar outro tapa, se continuar me xingando. (Yasmin)
- Vai pagar… (Marcelo)
- Pare de pensar em besteiras, sério. Era outra pessoa sim, ou vai dizer que só existe um Lucas no mundo? (Yasmin)
- Ah não me diga que você deixou de lado seu lado angelical? (Marcelo falou rindo)
- Vai pro inferno. (Yasmin)
- De qualquer maneira, lhe aplaudo já que no mínimo você demonstrou pra esse tal Lucas o seu verdadeiro escrúpulo… (Marcelo)
- O que? (Yasmin)
- O escrúpulo de uma prostituta. (Marcelo)
E só o que se pôde escutar, foi o ecoar do tapa estalado no rosto de Marcelo. Yasmin fervilhava de ódio, sentia o sangue congelar e toda a sua raiva estava marcada na pele do que ela julgava ser seu inimigo.
- Desgraçada! (Marcelo murmurou colocando uma mão no rosto)
- Prostituta é a mulher que ousou colocar no mundo um verme como você! (Yasmin murmurou entre dentes)
- Você vai pagar pelo tapa e por chamar a minha mãe de prostituta. (Marcelo esbravejou)
- Você que começou essa história toda. Deixe-me em paz que eu faço questão de nem lhe dirigir a palavra. (Yasmin pediu implorativa)
- Vai pagar vadia! (Marcelo)
- Eu vou lhe dar outro tapa, se continuar me xingando. (Yasmin)
- Vai pagar… (Marcelo)
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